4737c2fb-4926-423f-bdfb-2ec4ff87caf2
A polícia prendeu mais um suspeito de ter participado do latrocínio que causou a morte do advogado Juliano Guirau (foto), em Ubatuba, em abril deste ano.
A prisão foi feita por policiais militares e aconteceu na noite desta segunda-feira (26). O homem foi identificado no boletim de ocorrência como Carlos Henrique Martins Corrêa, de 20 anos.
De acordo com o boletim de ocorrência, ele foi preso na avenida Corinthians, no bairro Estufa, por volta das 19h30.
Esse é o quarto preso por suspeita de participação no caso. Dois suspeitos foram detidos no logo após o crime, na madrugada do dia 19 de abril, e o terceiro foi encontrado dias após o caso.
O advogado foi morto a tiros durante um assalto na Praia Grande, em Ubatuba, no dia 19 de abril.
Imagens de câmeras de segurança flagraram o crime e mostram os bandidos se aproximando dos banhistas, anunciando o assalto, efetuando os disparos e depois fugindo.
De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu por volta das 4h, na faixa de areia da Avenida Armando Barros Pereira, no Bairro Praia Grande.
Os quatro assaltantes encapuzados abordaram três banhistas e anunciaram o roubo. Dois criminosos estavam armados. Durante o assalto, os bandidos efetuaram disparos contra o trio.
O advogado que morava em Minas Gerais e que estava passeando na cidade foi baleado na cabeça, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. No boletim de ocorrência ele foi identificado como Juliano Bento Rodrigues Guirau. Ele era de São Gonçalo do Sapucaí (MG).
Um segundo banhista ficou ferido e foi socorrido ao hospital. Não há informações se a terceira vítima do roubo teve ferimentos.
Os quatros assaltantes fugiram levando celulares, joias e correntes. Agora, todos foram identificados e presos.
Segundo informações da Subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), de São Gonçalo de Sapucaí, Juliano era divorciado e não tinha filhos. Ele era advogado formado pela Faculdade de Direito de Varginha (Fadiva) e estava inscrito na OAB desde 1º de abril de 2016.
Segundo o presidente da subseção, Stenio Pereira Candido, Juliano era um advogado dedicado e estudioso, que "sempre trabalhou dentro dos preceitos éticos da profissão, que apesar de jovem, já se destacava na profissão".
"Sua dedicação e compromisso com a Justiça sempre será lembrada com respeito e gratidão. Manifestamos nosso repúdio pelo crime brutal que levou à morte do advogado da nossa Subseção e que as medidas sejam tomadas para uma célere investigação", disse Stenio Pereira Candido em nota à EPTV e ao g1 na época do crime.
Mais notícias
A prisão foi feita por policiais militares e aconteceu na noite desta segunda-feira (26). O homem foi identificado no boletim de ocorrência como Carlos Henrique Martins Corrêa, de 20 anos.
De acordo com o boletim de ocorrência, ele foi preso na avenida Corinthians, no bairro Estufa, por volta das 19h30.
Esse é o quarto preso por suspeita de participação no caso. Dois suspeitos foram detidos no logo após o crime, na madrugada do dia 19 de abril, e o terceiro foi encontrado dias após o caso.
O crime
O advogado foi morto a tiros durante um assalto na Praia Grande, em Ubatuba, no dia 19 de abril.
Imagens de câmeras de segurança flagraram o crime e mostram os bandidos se aproximando dos banhistas, anunciando o assalto, efetuando os disparos e depois fugindo.
De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu por volta das 4h, na faixa de areia da Avenida Armando Barros Pereira, no Bairro Praia Grande.
Os quatro assaltantes encapuzados abordaram três banhistas e anunciaram o roubo. Dois criminosos estavam armados. Durante o assalto, os bandidos efetuaram disparos contra o trio.
O advogado que morava em Minas Gerais e que estava passeando na cidade foi baleado na cabeça, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. No boletim de ocorrência ele foi identificado como Juliano Bento Rodrigues Guirau. Ele era de São Gonçalo do Sapucaí (MG).
Um segundo banhista ficou ferido e foi socorrido ao hospital. Não há informações se a terceira vítima do roubo teve ferimentos.
Os quatros assaltantes fugiram levando celulares, joias e correntes. Agora, todos foram identificados e presos.
Quem era o advogado
Segundo informações da Subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), de São Gonçalo de Sapucaí, Juliano era divorciado e não tinha filhos. Ele era advogado formado pela Faculdade de Direito de Varginha (Fadiva) e estava inscrito na OAB desde 1º de abril de 2016.
Segundo o presidente da subseção, Stenio Pereira Candido, Juliano era um advogado dedicado e estudioso, que "sempre trabalhou dentro dos preceitos éticos da profissão, que apesar de jovem, já se destacava na profissão".
"Sua dedicação e compromisso com a Justiça sempre será lembrada com respeito e gratidão. Manifestamos nosso repúdio pelo crime brutal que levou à morte do advogado da nossa Subseção e que as medidas sejam tomadas para uma célere investigação", disse Stenio Pereira Candido em nota à EPTV e ao g1 na época do crime.
Com informações do G1
Ubatuba
Turistas ficam ilhados em praia de Ubatuba
Ubatuba
Réu por morte de homem no Perequê-Açu enfrenta júri nesta quinta-feira (12)
ESPORTES
Ubatuba volta ao calendário da WSL com etapa do QS 4000 em Itamambuca
POLÍTICA
Defesa Civil Nacional realiza reunião técnica em Ubatuba após chuvas intensas
POLÍCIA
Restaurante pega fogo em Ubatuba e mobiliza bombeiros nesta segunda-feira
Tempo
Bairro de Ubatuba registra recorde de chuva e enfrenta destruição de infraestrutura
Ubatuba
Polícia Militar prende homem acusado de estupro em Ubatuba
Ubatuba
Prefeitura de Ubatuba detalha investimentos para prevenção de desastres
Geral
Ubatuba lidera ranking nacional para riscos de desastres naturais, alerta Cemaden
Geral
Rodovia Osvaldo Cruz volta a operar após queda de barreira em Ubatuba