Deputado-Rafael-Saraiva
Referência na causa animal, o deputado estadual Rafael Saraiva (União/SP) promove, na noite desta segunda-feira (9), a saída de uma caravana de ônibus de São Paulo com destino a Santa Catarina, com ativistas, protetores independentes e apoiadores da causa animal para um protesto pacífico marcado para às 14h desta terça-feira (10), em frente à Delegacia-Geral da Polícia Civil, na Av. Governador Ivo Silveira, 152, Capoeiras, em Florianópolis (SC).
A mobilização tem como objetivo cobrar avanços e transparência nas investigações do Caso Orelha, que voltou a ganhar repercussão após novos desdobramentos envolvendo a Polícia Civil de Santa Catarina.
O Caso Orelha voltou ao centro do debate após o Ministério Público apontar falhas graves nas investigações e solicitar novas diligências para reavaliar os fatos e as responsabilidades. Paralelamente, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina analisa um pedido de impeachment contra o delegado-geral, Ulisses Gabriel, por suposto desvio de finalidade e uso indevido da estrutura pública.
O ato contará com o apoio do João Fantazzini, conhecido pelo caso do Cão Joca, e do vereador de Londrina Deivid Wesley, além de ativistas e pessoas ligadas a causa animal de várias cidades do país. A mobilização visa cobrar ações efetivas e transparência sobre a morte do cão Orelha, bem como esclarecimentos sobre a situação do cão Caramelo, que foi adotado pelo delegado-geral após a repercussão do caso, fato que gerou questionamentos por parte de ativistas e organizações de proteção animal.
Para o deputado Rafael Saraiva, a mobilização busca garantir que o caso não caia no esquecimento e que as instituições apresentem respostas claras à sociedade.
Saraiva reforça que o protesto será pacífico e aberto à participação da sociedade civil.
O caso ganhou atenção nacional após a morte do cão Orelha, em janeiro deste ano, em Florianópolis, em circunstâncias que geraram forte comoção. As primeiras investigações apontaram que o animal teria sido alvo de maus-tratos por um grupo de jovens. Quatro envolvidos foram reconhecidos, sendo um adolescente, de 15 anos, indiciado.
Durante a repercussão do caso, o cão Caramelo, que também esteve envolvido na ocorrência, foi adotado pelo delegado-geral, fato que gerou novos questionamentos por parte de ativistas e organizações de proteção animal, que cobram esclarecimentos e acompanhamento da situação do animal.
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A mobilização tem como objetivo cobrar avanços e transparência nas investigações do Caso Orelha, que voltou a ganhar repercussão após novos desdobramentos envolvendo a Polícia Civil de Santa Catarina.
O Caso Orelha voltou ao centro do debate após o Ministério Público apontar falhas graves nas investigações e solicitar novas diligências para reavaliar os fatos e as responsabilidades. Paralelamente, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina analisa um pedido de impeachment contra o delegado-geral, Ulisses Gabriel, por suposto desvio de finalidade e uso indevido da estrutura pública.
O ato contará com o apoio do João Fantazzini, conhecido pelo caso do Cão Joca, e do vereador de Londrina Deivid Wesley, além de ativistas e pessoas ligadas a causa animal de várias cidades do país. A mobilização visa cobrar ações efetivas e transparência sobre a morte do cão Orelha, bem como esclarecimentos sobre a situação do cão Caramelo, que foi adotado pelo delegado-geral após a repercussão do caso, fato que gerou questionamentos por parte de ativistas e organizações de proteção animal.
Para o deputado Rafael Saraiva, a mobilização busca garantir que o caso não caia no esquecimento e que as instituições apresentem respostas claras à sociedade.
“O que estamos pedindo é justiça e transparência. O delegado-geral tem apresentado versões contraditórias e, na nossa avaliação, ele pode estar usando a adoção do animal, e isso deve ser analiso. A causa animal não pode ser instrumentalizada. Estamos indo a Santa Catarina de forma pacífica para cobrar respostas e respeito à sociedade. Desta vez, a causa animal está tendo a segunda chance e vamos cobrar por isso”, afirma o deputado.
Saraiva reforça que o protesto será pacífico e aberto à participação da sociedade civil.
“Não se trata de um ato político-partidário. É uma mobilização em defesa dos animais, da verdade e da responsabilidade com a investigação. A sociedade quer respostas”, conclui.
Relembre o caso
O caso ganhou atenção nacional após a morte do cão Orelha, em janeiro deste ano, em Florianópolis, em circunstâncias que geraram forte comoção. As primeiras investigações apontaram que o animal teria sido alvo de maus-tratos por um grupo de jovens. Quatro envolvidos foram reconhecidos, sendo um adolescente, de 15 anos, indiciado.
Durante a repercussão do caso, o cão Caramelo, que também esteve envolvido na ocorrência, foi adotado pelo delegado-geral, fato que gerou novos questionamentos por parte de ativistas e organizações de proteção animal, que cobram esclarecimentos e acompanhamento da situação do animal.
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