fg312461
Autor do Projeto de Lei 943/2023, em tramitação na Alesp, o deputado estadual Luiz Cláudio Marcolino (PT) promoveu audiência pública nesta segunda-feira (30) para debater a proposta de tornar obrigatória a inclusão de terapeutas ocupacionais nas equipes multidisciplinares de hospitais públicos e privados do estado de São Paulo.
Em defesa do PL que, inclusive, ajudou a escrever, a vice-presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito-3), Patrícia Rocha, afirmou que a assistência terapêutica em hospitais gerais e especializados "cria uma condição cada vez mais esperançosa" na restauração mais rápida dos pacientes.
"Isso ajuda o próprio Sistema [Único] de Saúde porque os leitos passam a ser ocupados por uma permanência menor, diminui o custo e também tem uma recuperação muito melhor para as pessoas", salientou Rocha, ressaltando que o cuidado hospitalar "sempre esteve no nosso DNA [dos terapeutas ocupacionais]."
Para a Associação Científica de Terapia Ocupacional em Contextos Hospitalares e Cuidados Paliativos (ATOHosP), oficializar, por meio de uma lei, a presença dos terapeutas nos hospitais paulistas, contribuirá no tratamento por meio da retomada da autonomia e independência dos pacientes.
"Dentro do hospital, a pessoa tem o rompimento do cotidiano" declarou Mônica Estuque Garcia, presidente da ATOHosP. "O cotidiano é o que nos define e está diretamente ligado à ocupação", acrescentou ao frisar que o terapeuta trabalha com a qualidade de vida nas equipes multidisciplinares.
Pelo PL 943/2023, o número de terapeutas por unidade hospitalar seria definido por uma equipe técnica. Esse dispositivo, inclusive, é uma mudança apresentada, via substitutivo, pelo próprio Marcolino. Antes o texto estabelecia que cada hospital deveria garantir, no mínimo, um terapeuta para cada 12 leitos.
Mais defensores
A mesa da audiência pública reuniu outras associações ligadas à terapia ocupacional como a Abrato-SP, por meio da diretora Lara Carolina Vilanova. Completam a lista dos defensores: o médico e professor da USP, Ricardo Tavares; a coordenadora da Comissão de Assuntos Parlamentares do Crefito-3Conselho, Fernanda Ribeira; e o diretor do SindSaúde-SP, Edson Fedelino.
Tramitação
O PL 943/2023, que ingressou na Alesp em junho passado, recebeu aval da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e, agora, aguarda designação de relatoria na Comissão de Saúde para, em seguida, ser submetida à apreciação da Comissão de Finanças.
Mais notícias
Em defesa do PL que, inclusive, ajudou a escrever, a vice-presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito-3), Patrícia Rocha, afirmou que a assistência terapêutica em hospitais gerais e especializados "cria uma condição cada vez mais esperançosa" na restauração mais rápida dos pacientes.
"Isso ajuda o próprio Sistema [Único] de Saúde porque os leitos passam a ser ocupados por uma permanência menor, diminui o custo e também tem uma recuperação muito melhor para as pessoas", salientou Rocha, ressaltando que o cuidado hospitalar "sempre esteve no nosso DNA [dos terapeutas ocupacionais]."
Para a Associação Científica de Terapia Ocupacional em Contextos Hospitalares e Cuidados Paliativos (ATOHosP), oficializar, por meio de uma lei, a presença dos terapeutas nos hospitais paulistas, contribuirá no tratamento por meio da retomada da autonomia e independência dos pacientes.
"Dentro do hospital, a pessoa tem o rompimento do cotidiano" declarou Mônica Estuque Garcia, presidente da ATOHosP. "O cotidiano é o que nos define e está diretamente ligado à ocupação", acrescentou ao frisar que o terapeuta trabalha com a qualidade de vida nas equipes multidisciplinares.
Pelo PL 943/2023, o número de terapeutas por unidade hospitalar seria definido por uma equipe técnica. Esse dispositivo, inclusive, é uma mudança apresentada, via substitutivo, pelo próprio Marcolino. Antes o texto estabelecia que cada hospital deveria garantir, no mínimo, um terapeuta para cada 12 leitos.
Mais defensores
A mesa da audiência pública reuniu outras associações ligadas à terapia ocupacional como a Abrato-SP, por meio da diretora Lara Carolina Vilanova. Completam a lista dos defensores: o médico e professor da USP, Ricardo Tavares; a coordenadora da Comissão de Assuntos Parlamentares do Crefito-3Conselho, Fernanda Ribeira; e o diretor do SindSaúde-SP, Edson Fedelino.
Tramitação
O PL 943/2023, que ingressou na Alesp em junho passado, recebeu aval da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e, agora, aguarda designação de relatoria na Comissão de Saúde para, em seguida, ser submetida à apreciação da Comissão de Finanças.
ELEIÇÕES 2026
João Colucci é oficializado candidato a deputado federal em convenção do União Brasil e PP
POLÍTICA
Toninho Colucci dá início ao maior concurso da Educação já realizado em Ilhabela
CARAGUATATUBA
Secretário Jurídico pede exoneração da administração Mateus Silva
POLÍTICA
"Brasil vive golpe de estado liderado por Moraes", diz jornal mais importante do mundo
ELEIÇÕES 2026
João Colucci oficializa pré-candidatura a deputado federal pelo União Brasil
POLÍTICA
Reinaldinho Moreira cria regras para proteger descanso de moradores e fortalecer turismo em São Sebastião
ELEIÇÕES 2026
Rosana Valle e Coimbra recebem Flávio Bolsonaro e Derrite no Guarujá-SP e traçam estratégias para as eleições
ELEIÇÕES 2026
SP tem 21,4% do eleitorado nacional e soma 34,1 milhões de aptos a votar em outubro
ELEIÇÕES 2026
Novo oficializa apoio a Tarcísio e lança Ricardo Salles como candidato ao Senado por SP
POLÍTICA
Prefeitura de Ilhabela entrega autorizações de emplacamento para 67 famílias do Núcleo Bexiga