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Por Danilo Costa
Na manhã desta terça-feira (25), o Ministério Público de São Paulo realizou uma operação para desarticular um esquema que, segundo as investigações, vinha avançando sobre parques e matas nativas da região.
O alerta partiu de denúncias recorrentes sobre atividades ilegais no Parque Estadual da Serra do Mar, especialmente na área do Núcleo Santa Virgínia, entre São Luís do Paraitinga e Caraguatatuba.
Moradores e equipes de fiscalização registraram abertura de trilhas clandestinas, retirada de vegetação e circulação suspeita de veículos, indicando a atuação de grupos especializados na exploração do palmito juçara, espécie ameaçada de extinção.
De acordo com o Ministério Público, a quadrilha transportava o palmito extraído de forma irregular no Vale e no Litoral para fábricas clandestinas em outras regiões do estado.
Nessas estruturas improvisadas, o produto era manipulado e envasado sem qualquer condição sanitária, o que representava risco à saúde e mascarava uma cadeia de produção criminosa.
Para dar aparência de legalidade, os envolvidos teriam criado empresas de fachada simulando distribuição regular.
A operação desta terça-feira também cumpre oito mandados de busca e apreensão em Juquitiba, Miracatu e Itapecerica da Serra.
A ação reúne promotores de Justiça, equipes do GAECO e GAEMA, policiais ambientais e agentes da Vigilância Sanitária.
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Na manhã desta terça-feira (25), o Ministério Público de São Paulo realizou uma operação para desarticular um esquema que, segundo as investigações, vinha avançando sobre parques e matas nativas da região.
O alerta partiu de denúncias recorrentes sobre atividades ilegais no Parque Estadual da Serra do Mar, especialmente na área do Núcleo Santa Virgínia, entre São Luís do Paraitinga e Caraguatatuba.
Moradores e equipes de fiscalização registraram abertura de trilhas clandestinas, retirada de vegetação e circulação suspeita de veículos, indicando a atuação de grupos especializados na exploração do palmito juçara, espécie ameaçada de extinção.
De acordo com o Ministério Público, a quadrilha transportava o palmito extraído de forma irregular no Vale e no Litoral para fábricas clandestinas em outras regiões do estado.
Nessas estruturas improvisadas, o produto era manipulado e envasado sem qualquer condição sanitária, o que representava risco à saúde e mascarava uma cadeia de produção criminosa.
Para dar aparência de legalidade, os envolvidos teriam criado empresas de fachada simulando distribuição regular.
A operação desta terça-feira também cumpre oito mandados de busca e apreensão em Juquitiba, Miracatu e Itapecerica da Serra.
A ação reúne promotores de Justiça, equipes do GAECO e GAEMA, policiais ambientais e agentes da Vigilância Sanitária.
Foto: Divulgação / MPSP
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