gaeco
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), o Setor de Combate aos Crimes de Corrupção, Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro (SECCOLD) da Polícia Civil e a Polícia Militar deflagraram, nesta terça-feira (19/11), uma operação contra supostas práticas de usura, extorsão, lavagem de dinheiro e financiamento do tráfico de drogas, dentre outros crimes, cometidos por organização criminosa com forte atuação em São José dos Campos e Jacareí.
Estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão nas cidades de São José dos Campos, Jacareí e São Paulo, além de seis mandados de prisão temporária.
A operação é resultado de investigação conjunta entre o GAECO e o SECCOLD que apontava, inicialmente, indícios de que o patrimônio da organização criminosa, constituído por diversos imóveis, empresas e veículos de luxo, muitos deles registrados em nome de laranjas, seriam incompatíveis com os rendimentos lícitos de seus integrantes, indicando a prática de branqueamento de capitais.
Com o avançar dos trabalhos, foi apurado que a organização integrada por diversos criminosos da região, alguns ligados à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), além de promoverem a lavagem de dinheiro, obtinham elevados ganhos financeiros com empréstimos a juros abusivos e praticavam extorsões visando à cobrança de devedores inadimplentes. Muitas vezes, os envolvidos tomavam todo o patrimônio das vítimas. As investigações demonstraram também que o grupo criminoso identificado financiava atividades de grandes traficantes de drogas da região do Vale do Paraíba.
Além de promotores de Justiça, participam da ação servidores do Ministério Público, policiais civis do SECCOLD e policiais militares do 3° Batalhão de Ações Especiais de Polícia.
Os trabalhos investigativos prosseguem para a apuração das responsabilidades.
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Estão sendo cumpridos 21 mandados de busca e apreensão nas cidades de São José dos Campos, Jacareí e São Paulo, além de seis mandados de prisão temporária.
A operação é resultado de investigação conjunta entre o GAECO e o SECCOLD que apontava, inicialmente, indícios de que o patrimônio da organização criminosa, constituído por diversos imóveis, empresas e veículos de luxo, muitos deles registrados em nome de laranjas, seriam incompatíveis com os rendimentos lícitos de seus integrantes, indicando a prática de branqueamento de capitais.
Com o avançar dos trabalhos, foi apurado que a organização integrada por diversos criminosos da região, alguns ligados à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), além de promoverem a lavagem de dinheiro, obtinham elevados ganhos financeiros com empréstimos a juros abusivos e praticavam extorsões visando à cobrança de devedores inadimplentes. Muitas vezes, os envolvidos tomavam todo o patrimônio das vítimas. As investigações demonstraram também que o grupo criminoso identificado financiava atividades de grandes traficantes de drogas da região do Vale do Paraíba.
Além de promotores de Justiça, participam da ação servidores do Ministério Público, policiais civis do SECCOLD e policiais militares do 3° Batalhão de Ações Especiais de Polícia.
Os trabalhos investigativos prosseguem para a apuração das responsabilidades.
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