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Por Danilo Costa
A segunda semana de dezembro começa com uma notícia positiva para o Litoral Norte: a tartaruga-verde, uma das espécies marinhas mais frequentes na região, deixou a lista de animais ameaçados de extinção após quatro décadas de alerta internacional.
A atualização foi divulgada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). A nova classificação encerra um ciclo iniciado em 1982, quando a espécie passou a integrar as categorias de risco.
Em diferentes avaliações ao longo dos anos, a tartaruga permaneceu entre os grupos ameaçados, até ser agora reclassificada como “pouco preocupante”.
No litoral de São Paulo, ela continua sendo a espécie mais observada em monitoramentos e encalhes.
A UICN aponta que a população global da tartaruga-verde registrou crescimento estimado de 28% desde a década de 1970.
Entre os fatores que contribuíram para essa recuperação estão ações de proteção de ninhos, redução da pesca acidental e iniciativas desenvolvidas em países como Brasil, México e Havaí.
Mesmo com o avanço, a espécie ainda enfrenta pressões importantes. A caça, o comércio irregular, o avanço urbano sobre áreas costeiras e os efeitos das mudanças climáticas continuam sendo algumas das principais ameaças registradas mundialmente.
A tartaruga-verde pode chegar a 1,5 metro de carapaça, ultrapassar 200 quilos e viver cerca de 80 anos.
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A segunda semana de dezembro começa com uma notícia positiva para o Litoral Norte: a tartaruga-verde, uma das espécies marinhas mais frequentes na região, deixou a lista de animais ameaçados de extinção após quatro décadas de alerta internacional.
A atualização foi divulgada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). A nova classificação encerra um ciclo iniciado em 1982, quando a espécie passou a integrar as categorias de risco.
Em diferentes avaliações ao longo dos anos, a tartaruga permaneceu entre os grupos ameaçados, até ser agora reclassificada como “pouco preocupante”.
No litoral de São Paulo, ela continua sendo a espécie mais observada em monitoramentos e encalhes.
A UICN aponta que a população global da tartaruga-verde registrou crescimento estimado de 28% desde a década de 1970.
Entre os fatores que contribuíram para essa recuperação estão ações de proteção de ninhos, redução da pesca acidental e iniciativas desenvolvidas em países como Brasil, México e Havaí.
Mesmo com o avanço, a espécie ainda enfrenta pressões importantes. A caça, o comércio irregular, o avanço urbano sobre áreas costeiras e os efeitos das mudanças climáticas continuam sendo algumas das principais ameaças registradas mundialmente.
A tartaruga-verde pode chegar a 1,5 metro de carapaça, ultrapassar 200 quilos e viver cerca de 80 anos.
Foto: Divulgação / ICMbio
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