A sala de aula da Escola Municipal Prefeito Eurípedes da Silva Ferreira, no bairro Barra Velha, em Ilhabela, se transformou em um verdadeiro laboratório de biologia nesta semana.
Orientados pela professora Elisa Bulat, os alunos do 4º ano D participaram do projeto “Ciência na Prática”, que teve como tema a observação das bactérias presentes no iogurte.
O experimento mostrou, de maneira divertida e interativa, como funciona o processo de fermentação. Usando apenas leite e iogurte natural com bactérias vivas, os estudantes acompanharam a transformação do leite em iogurte por meio da ação de microrganismos benéficos, como o Streptococcus thermophilus e o Lactobacillus bulgaricus.
Além da produção, a atividade também incluiu um momento especial de investigação científica: os alunos observaram no microscópio as bactérias responsáveis pela fermentação. Para facilitar a visualização, as amostras foram preparadas com corante azul de metileno, revelando as diferentes formas bacterianas — bastonetes e esferas — que atuam nesse processo.
De forma lúdica, o projeto aproximou os conceitos de ciência da realidade dos estudantes, mostrando como microrganismos invisíveis a olho nu podem estar diretamente ligados à alimentação e à saúde.
Ao final, os alunos degustaram o iogurte produzido, acompanhado de frutas, e levaram para casa a receita do experimento, compartilhando com a família o conhecimento adquirido.
A proposta reforça o compromisso da rede municipal em promover uma educação reflexiva, inclusiva e prática, estimulando a curiosidade científica e o pensamento crítico dos jovens.
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Orientados pela professora Elisa Bulat, os alunos do 4º ano D participaram do projeto “Ciência na Prática”, que teve como tema a observação das bactérias presentes no iogurte.
O experimento mostrou, de maneira divertida e interativa, como funciona o processo de fermentação. Usando apenas leite e iogurte natural com bactérias vivas, os estudantes acompanharam a transformação do leite em iogurte por meio da ação de microrganismos benéficos, como o Streptococcus thermophilus e o Lactobacillus bulgaricus.
Além da produção, a atividade também incluiu um momento especial de investigação científica: os alunos observaram no microscópio as bactérias responsáveis pela fermentação. Para facilitar a visualização, as amostras foram preparadas com corante azul de metileno, revelando as diferentes formas bacterianas — bastonetes e esferas — que atuam nesse processo.
De forma lúdica, o projeto aproximou os conceitos de ciência da realidade dos estudantes, mostrando como microrganismos invisíveis a olho nu podem estar diretamente ligados à alimentação e à saúde.
Ao final, os alunos degustaram o iogurte produzido, acompanhado de frutas, e levaram para casa a receita do experimento, compartilhando com a família o conhecimento adquirido.
A proposta reforça o compromisso da rede municipal em promover uma educação reflexiva, inclusiva e prática, estimulando a curiosidade científica e o pensamento crítico dos jovens.
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