Mutirao-dengue-1
Pelo menos 571 moradias foram visitadas no último sábado (15) durante o Mutirão do Dia D de Combate à Dengue, realizado no bairro Enseada, na Costa Norte de São Sebastião. Desde o início do ano até 17 de fevereiro, o município registrou 711 notificações de casos suspeitos, dos quais 90 foram confirmados e 621 já estão descartados.
As equipes da Saúde foram divididas para trabalharem em 13 quarteirões e, com isso, conseguiram passar pelas casas. Do total de imóveis relacionados, 202 abertos, 353 estavam fechados e em 16 houve recusa para acesso dos servidores.
O agente de combate a Endemias, Plínio Ricardo Bueno, explicou que dos locais onde estiveram, houve muita ocorrência da presença de criadouros com larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus de diversos tipos.
O ajudante geral Renato Baracho, 48 anos, aceitou de bom gosto receber a equipe em sua casa. Ele contou que, embora tenha bastante planta em casa, elas são cuidadas por seu sogro que já teve a doença. “Por isso que ele tem essa preocupação e o cuidado é maior ainda”.
Para a cozinheira Elisângela Santos Neres, 49 anos, e o servidor público Irineu Domingos dos Santos, 54 anos, a iniciativa do mutirão é ótima. “A gente está vendo tanto caso de volta e de mortes por causa da dengue que é bom ter essa prevenção”.
Ela conta que já pegou a dengue duas vezes e agora está pós-operada, por isso fica ainda mais preocupada. “Tem gente que não deixa os agentes entrarem e nem toma conta do quintal e isso é preocupante”.
O combate à dengue é uma responsabilidade de todos. Pequenas ações, como tampar caixas d’água, evitar acúmulo de água em recipientes e manter calhas limpas, fazem a diferença na prevenção da doença.
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As equipes da Saúde foram divididas para trabalharem em 13 quarteirões e, com isso, conseguiram passar pelas casas. Do total de imóveis relacionados, 202 abertos, 353 estavam fechados e em 16 houve recusa para acesso dos servidores.
O agente de combate a Endemias, Plínio Ricardo Bueno, explicou que dos locais onde estiveram, houve muita ocorrência da presença de criadouros com larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus de diversos tipos.
O ajudante geral Renato Baracho, 48 anos, aceitou de bom gosto receber a equipe em sua casa. Ele contou que, embora tenha bastante planta em casa, elas são cuidadas por seu sogro que já teve a doença. “Por isso que ele tem essa preocupação e o cuidado é maior ainda”.
Para a cozinheira Elisângela Santos Neres, 49 anos, e o servidor público Irineu Domingos dos Santos, 54 anos, a iniciativa do mutirão é ótima. “A gente está vendo tanto caso de volta e de mortes por causa da dengue que é bom ter essa prevenção”.
Ela conta que já pegou a dengue duas vezes e agora está pós-operada, por isso fica ainda mais preocupada. “Tem gente que não deixa os agentes entrarem e nem toma conta do quintal e isso é preocupante”.
O combate à dengue é uma responsabilidade de todos. Pequenas ações, como tampar caixas d’água, evitar acúmulo de água em recipientes e manter calhas limpas, fazem a diferença na prevenção da doença.
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