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Marcello Veríssimo
Moradores da rua Carlos Augusto Cardim, no bairro São Francisco, região central de São Sebastião, procuraram a reportagem do JDL para denunciar suposta cobrança indevida nas contas de água da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do estado de São Paulo).
De acordo com eles, o abastecimento de água para as casas que ficam na parte alta da rua, estaria sendo afetado nos imóveis mais altos da rua, que é uma subida. “Sempre foi um problema sério, um problema crônico, a falta d’água. Antigamente era muito pior, chegava dezembro já tínhamos que lavar tudo que fosse possível, estocar, pegar água da cachoeira, pois faltava todos os dias”, disse a psicóloga Sônia Monteiro, 57, que mora na rua há 29 anos. “Depois disso foi melhorando aos poucos, até que recentemente houve uma melhora significativa no fornecimento de água, mas que infelizmente durou pouco”, completa a moradora.
De acordo com os moradores, a Sabesp instalou recentemente uma nova bomba para poder bombear água até o fim da rua, que funcionou bem por aproximadamente três meses. “Os moradores do começo da rua começaram a reclamar que a água estava chegando com muita força, arrebentando canos, inclusive aqui em cima também chegou acontecer isso de vir com pressão a água”, disse a psicóloga.
A nova colunista do JDL, Brisa Aygadoux, que também mora no local, disse que entre os meses de abril e maio sua conta passou de R$140 para aproximadamente R$ 450. “Mas não é água e sim ar”, conta. Veja abaixo a conta de água:

Para a moradora Tatiane, 44, “todos os dias pela manhã, quando abrimos as torneiras aqui em casa, é um momento de apreensão. Não sabemos se teremos um dia normal ou mais um dia de tormento com a falta de água”.
O artista plástico Álvaro Bahamondes, 47, marido de Brisa, disse que a Sabesp já sabe do vazamento, mas segundo ele a companhia disse que o vazamento é difícil de interceptar, pois ele cai dentro do bueiro. “Então não é um vazamento que vai vazar água no meio da rua e ser visível, sai no esgoto vai e embora. Esse é o motivo de não ter pressão, a pressão ser baixa nas últimas casas, mas isso já é recorrente”, contou Álvaro.
A reportagem do JDL questionou a Sabesp sobre o problema na rua Carlos Augusto Cardim, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.
Assim que a companhia informar o espaço será atualizado.
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Moradores da rua Carlos Augusto Cardim, no bairro São Francisco, região central de São Sebastião, procuraram a reportagem do JDL para denunciar suposta cobrança indevida nas contas de água da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do estado de São Paulo).
De acordo com eles, o abastecimento de água para as casas que ficam na parte alta da rua, estaria sendo afetado nos imóveis mais altos da rua, que é uma subida. “Sempre foi um problema sério, um problema crônico, a falta d’água. Antigamente era muito pior, chegava dezembro já tínhamos que lavar tudo que fosse possível, estocar, pegar água da cachoeira, pois faltava todos os dias”, disse a psicóloga Sônia Monteiro, 57, que mora na rua há 29 anos. “Depois disso foi melhorando aos poucos, até que recentemente houve uma melhora significativa no fornecimento de água, mas que infelizmente durou pouco”, completa a moradora.
De acordo com os moradores, a Sabesp instalou recentemente uma nova bomba para poder bombear água até o fim da rua, que funcionou bem por aproximadamente três meses. “Os moradores do começo da rua começaram a reclamar que a água estava chegando com muita força, arrebentando canos, inclusive aqui em cima também chegou acontecer isso de vir com pressão a água”, disse a psicóloga.
A nova colunista do JDL, Brisa Aygadoux, que também mora no local, disse que entre os meses de abril e maio sua conta passou de R$140 para aproximadamente R$ 450. “Mas não é água e sim ar”, conta. Veja abaixo a conta de água:

Para a moradora Tatiane, 44, “todos os dias pela manhã, quando abrimos as torneiras aqui em casa, é um momento de apreensão. Não sabemos se teremos um dia normal ou mais um dia de tormento com a falta de água”.
O artista plástico Álvaro Bahamondes, 47, marido de Brisa, disse que a Sabesp já sabe do vazamento, mas segundo ele a companhia disse que o vazamento é difícil de interceptar, pois ele cai dentro do bueiro. “Então não é um vazamento que vai vazar água no meio da rua e ser visível, sai no esgoto vai e embora. Esse é o motivo de não ter pressão, a pressão ser baixa nas últimas casas, mas isso já é recorrente”, contou Álvaro.
O que diz a Sabesp
A reportagem do JDL questionou a Sabesp sobre o problema na rua Carlos Augusto Cardim, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.
Assim que a companhia informar o espaço será atualizado.
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