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Marcello Veríssimo
Por conta da instabilidade no tempo e das chuvas intermitentes que atingem a região desde o último fim de semana, as Defesas Civis nas cidades da região estão de prontidão.
São Sebastião segue em estado de atenção. De acordo com o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), em 72 horas choveu 122,6 milímetros na cidade.
A Defesa Civil segue monitorando as costas sul e norte do município. O coordenador da Defesa Civil de São Sebastião, Wagner Barroso, disse que em caso de chuva acima dos 100 mm neste período do PPDC (Plano Preventivo da Defesa Civil), todo o estado passa do estado de observação para atenção.
De acordo com ele, isso acontece porque há um risco maior de alagamentos e inundações.
O meteorologista da Defesa Civil do Estado, William Minhoto, disse que as chuvas são provocadas pela lenta passagem de uma frente fria na costa do Estado de São Paulo.
Caso a chuva persista, o município também pode passar para estado de alerta, quando rios e córregos transbordam e há risco de deslizamento/escorregamento de encostas.
O último estado é de alerta máximo, que significa calamidade pública, onde há derrubadas de casas e mortes.
Até o momento, as principais ocorrências atendidas pela Defesa Civil são quedas de árvores em residências e vigas públicas, mas sem vítimas.
Em caso de emergência ligue para os telefones da Defesa Civil (199), Corpo de Bombeiros (193) ou Polícia Municipal (153).
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Por conta da instabilidade no tempo e das chuvas intermitentes que atingem a região desde o último fim de semana, as Defesas Civis nas cidades da região estão de prontidão.
São Sebastião segue em estado de atenção. De acordo com o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), em 72 horas choveu 122,6 milímetros na cidade.
A Defesa Civil segue monitorando as costas sul e norte do município. O coordenador da Defesa Civil de São Sebastião, Wagner Barroso, disse que em caso de chuva acima dos 100 mm neste período do PPDC (Plano Preventivo da Defesa Civil), todo o estado passa do estado de observação para atenção.
De acordo com ele, isso acontece porque há um risco maior de alagamentos e inundações.
O meteorologista da Defesa Civil do Estado, William Minhoto, disse que as chuvas são provocadas pela lenta passagem de uma frente fria na costa do Estado de São Paulo.
Caso a chuva persista, o município também pode passar para estado de alerta, quando rios e córregos transbordam e há risco de deslizamento/escorregamento de encostas.
O último estado é de alerta máximo, que significa calamidade pública, onde há derrubadas de casas e mortes.
Até o momento, as principais ocorrências atendidas pela Defesa Civil são quedas de árvores em residências e vigas públicas, mas sem vítimas.
Em caso de emergência ligue para os telefones da Defesa Civil (199), Corpo de Bombeiros (193) ou Polícia Municipal (153).
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