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Marcello Veríssimo
Última saída. Essa é a visão que a maioria das pessoas possui da eutánasia, procedimento ético e médico que se refere à prática de terminar intencionalmente com a vida para aliviar o sofrimento ou dor.
Esse é o objetivo do ICMBio (Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade) com o lançamento de um guia com procedimentos para a eutanásia.
O guia “Bem-Estar Animal: Guia Remab de Eutanásia de Cetáceos e Sirênios - Redução do Sofrimento Animal” foi lançado nesta quarta-feira (3).
De acordo com o ICMBio, o material foi elaborado em parceria com a Rede de Encalhes e Informação de Mamíferos Aquáticos do Brasil e é direcionado a pesquisadores e instituições que atuam no resgate de mamíferos em todo o litoral brasileiro e também na região Amazônica.
De acordo com o ICMBio, o objetivo é contribuir para a compreensão de como proceder quando o bem-estar do animal encalhado está comprometido de forma “irreversível e em sofrimento”. O procedimento poderá ser feito quando o resgate não for possivel.
Os ambientalistas dizem que o país possui uma grande diversidade de espécies de mamíferos aquáticos.
Para se ter uma ideia, são 92 espécies de cetáceos (golfinhos, botos e baleias) existentes no país, além de outras sete espécies de pinípedes (focas, morsas, leões-marinhos e lobos-marinhos) que ocasionalmente são encontrados nos mares do litoral norte.
O documento deixa claro que a opção pela eutanásia é do médico-veterinário, que deve estar registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária.
De acordo com os ambientalistas, após a realização do procedimento, a morte do animal precisa ser confirmada antes do descarte da carcaça ou da necropsia.
O Brasil não possui regulamentação para o descarte de carcaças de mamíferos aquáticos, especialmente os de grande porte como as baleias.
O guia do ICMBio recomenda ainda, entre outras medidas, o enterro na praia, em aterros sanitários, a eliminação no mar, incineração e a compostagem devido ao risco de contaminação para a população e outros animais.
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Última saída. Essa é a visão que a maioria das pessoas possui da eutánasia, procedimento ético e médico que se refere à prática de terminar intencionalmente com a vida para aliviar o sofrimento ou dor.
Esse é o objetivo do ICMBio (Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade) com o lançamento de um guia com procedimentos para a eutanásia.
O guia “Bem-Estar Animal: Guia Remab de Eutanásia de Cetáceos e Sirênios - Redução do Sofrimento Animal” foi lançado nesta quarta-feira (3).
De acordo com o ICMBio, o material foi elaborado em parceria com a Rede de Encalhes e Informação de Mamíferos Aquáticos do Brasil e é direcionado a pesquisadores e instituições que atuam no resgate de mamíferos em todo o litoral brasileiro e também na região Amazônica.
De acordo com o ICMBio, o objetivo é contribuir para a compreensão de como proceder quando o bem-estar do animal encalhado está comprometido de forma “irreversível e em sofrimento”. O procedimento poderá ser feito quando o resgate não for possivel.
Diversidade
Os ambientalistas dizem que o país possui uma grande diversidade de espécies de mamíferos aquáticos.
Para se ter uma ideia, são 92 espécies de cetáceos (golfinhos, botos e baleias) existentes no país, além de outras sete espécies de pinípedes (focas, morsas, leões-marinhos e lobos-marinhos) que ocasionalmente são encontrados nos mares do litoral norte.
O documento deixa claro que a opção pela eutanásia é do médico-veterinário, que deve estar registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária.
Descarte
De acordo com os ambientalistas, após a realização do procedimento, a morte do animal precisa ser confirmada antes do descarte da carcaça ou da necropsia.
O Brasil não possui regulamentação para o descarte de carcaças de mamíferos aquáticos, especialmente os de grande porte como as baleias.
O guia do ICMBio recomenda ainda, entre outras medidas, o enterro na praia, em aterros sanitários, a eliminação no mar, incineração e a compostagem devido ao risco de contaminação para a população e outros animais.
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