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Marcello Veríssimo
A Fundação Florestal divulgou nesta terça-feira (31) balanço do Projeto Mar Sem Lixo. De acordo com os números, em pouco mais de um ano, foram recolhidas aproximadamente 2,5 toneladas de resíduos nos mares do litoral de São Paulo.
A maior parte desse lixo, mais de 90% do lixo recolhido é plástico, apontam dados da Fundação Florestal, responsável pelo projeto. A FF informou que decidiu amplia-lo em breve.
O Mar Sem Lixo teve início em junho do ano passado em Ubatuba, Cananéia e Itanhaém. A partir do próximo dia 13, o projeto Mar Sem Lixo também chega em São Sebastião, Bertioga e Guarujá.
A iniciativa acontece nas APAS Marinhas, as áreas de proteção ambiental. Em todo o litoral de São Paulo, são três: uma no litoral norte, uma no litoral centro e uma no sul.
Na primeira fase do projeto, foram realizadas 288 atividades educativas, integrando mais de 1.750 pessoas.
O Mar Sem Lixo tenta quebrar o círculo vicioso da poluição oceânica com a ajuda dos próprios pescadores. Até o início do projeto, segundo a FF, o lixo encontrado nas redes de pesca de arrasto só tinha dois destinos. Ou voltava para o mar ou era recolhido por conta própria pelos pescadores e descartado em lixeiras comuns.
Com o projeto, agora os resíduos são entregues nos postos de coleta pelos pescadores que recebem uma remuneração por quilo de lixo retirado do oceano.
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A Fundação Florestal divulgou nesta terça-feira (31) balanço do Projeto Mar Sem Lixo. De acordo com os números, em pouco mais de um ano, foram recolhidas aproximadamente 2,5 toneladas de resíduos nos mares do litoral de São Paulo.
A maior parte desse lixo, mais de 90% do lixo recolhido é plástico, apontam dados da Fundação Florestal, responsável pelo projeto. A FF informou que decidiu amplia-lo em breve.
O Mar Sem Lixo teve início em junho do ano passado em Ubatuba, Cananéia e Itanhaém. A partir do próximo dia 13, o projeto Mar Sem Lixo também chega em São Sebastião, Bertioga e Guarujá.
A iniciativa acontece nas APAS Marinhas, as áreas de proteção ambiental. Em todo o litoral de São Paulo, são três: uma no litoral norte, uma no litoral centro e uma no sul.
Na primeira fase do projeto, foram realizadas 288 atividades educativas, integrando mais de 1.750 pessoas.
O Mar Sem Lixo tenta quebrar o círculo vicioso da poluição oceânica com a ajuda dos próprios pescadores. Até o início do projeto, segundo a FF, o lixo encontrado nas redes de pesca de arrasto só tinha dois destinos. Ou voltava para o mar ou era recolhido por conta própria pelos pescadores e descartado em lixeiras comuns.
Com o projeto, agora os resíduos são entregues nos postos de coleta pelos pescadores que recebem uma remuneração por quilo de lixo retirado do oceano.
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