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Marcello Veríssimo
O Instituto Argonauta realizou os primeiros atendimentos aos pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus), que começaram a aparecer nas praias da região no início deste mês, e agora chegam ao ápice da temporada. A equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) do Instituto Argonauta, que realiza os atendimentos, informou que, no momento, um animal passa por reabilitação no Centro de Reabilitação e Despetrolização.
Ele foi resgatado no último domingo (25), em Barra do Una, na costa sul de São Sebastião. Assim que foi acionada a equipe realizou o resgate e encaminhou a ave para o CRD.
A temporada de pinguins começa em junho, com o pico entre os meses de julho e agosto, terminando em outubro. De acordo com os especialistas, o aparecimento dos pinguins de Magalhães é bastante comum na costa brasileira, pois eles percorrem dezenas de milhares de quilômetros em busca de comida. Eles moram na Patagônia e Ilhas Malvinas, onde existem colônias de reprodução, mas alguns acabam se perdendo dos grupos, e são encontrados nas praias brasileiras.
O movimento migratório é influenciado pela disponibilidade de alimento na costa brasileira.
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O Instituto Argonauta realizou os primeiros atendimentos aos pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus), que começaram a aparecer nas praias da região no início deste mês, e agora chegam ao ápice da temporada. A equipe do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) do Instituto Argonauta, que realiza os atendimentos, informou que, no momento, um animal passa por reabilitação no Centro de Reabilitação e Despetrolização.
Ele foi resgatado no último domingo (25), em Barra do Una, na costa sul de São Sebastião. Assim que foi acionada a equipe realizou o resgate e encaminhou a ave para o CRD.
A temporada de pinguins começa em junho, com o pico entre os meses de julho e agosto, terminando em outubro. De acordo com os especialistas, o aparecimento dos pinguins de Magalhães é bastante comum na costa brasileira, pois eles percorrem dezenas de milhares de quilômetros em busca de comida. Eles moram na Patagônia e Ilhas Malvinas, onde existem colônias de reprodução, mas alguns acabam se perdendo dos grupos, e são encontrados nas praias brasileiras.
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