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Marcello Veríssimo
Começou na última sexta-feira (2) o período de pesquisa e fiscalização que deve monitorar a vida marinha e a atuação de pescadores no arquipélago de Alcatrazes na costa de São Sebastião. A operação, que é realizada por pesquisadores do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), Cebimar (Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo) e do Instituto Oceanográfico do Instituto Oceanográfico da USP deve durar pelos próximos dez dias terminando em 12 de junho.
A pesquisa visa ampliar o conhecimento sobre os peixes que vivem em Alcatrazes, apoiar no manejo do coral-sol e fiscalizar a pesca ilegal na área.
O grupo chegou a Alcatrazes a bordo do navio Soloncy Moura, que é uma importante embarcação que já ajudou em várias operações de proteção ao arquipélago e expedições de estudos sobre Alcatrazes.
Atualmente, existem cerca de 260 espécies de peixe vivendo em Alcatrazes. Além disso, segundo os cientistas, o arquipélago também é o lar do coral-sal, uma espécie de coral invasora, que não é nativa das águas brasileiras e é considerado uma praga, pois se espalha rapidamente e não existe um predador natural contra ele.
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Começou na última sexta-feira (2) o período de pesquisa e fiscalização que deve monitorar a vida marinha e a atuação de pescadores no arquipélago de Alcatrazes na costa de São Sebastião. A operação, que é realizada por pesquisadores do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), Cebimar (Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo) e do Instituto Oceanográfico do Instituto Oceanográfico da USP deve durar pelos próximos dez dias terminando em 12 de junho.
A pesquisa visa ampliar o conhecimento sobre os peixes que vivem em Alcatrazes, apoiar no manejo do coral-sol e fiscalizar a pesca ilegal na área.
O grupo chegou a Alcatrazes a bordo do navio Soloncy Moura, que é uma importante embarcação que já ajudou em várias operações de proteção ao arquipélago e expedições de estudos sobre Alcatrazes.
Atualmente, existem cerca de 260 espécies de peixe vivendo em Alcatrazes. Além disso, segundo os cientistas, o arquipélago também é o lar do coral-sal, uma espécie de coral invasora, que não é nativa das águas brasileiras e é considerado uma praga, pois se espalha rapidamente e não existe um predador natural contra ele.
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