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Marcello Veríssimo
São Sebastião segue em seu processo de reconstrução após a tempestade que devastou a costa sul do município no dia 18 de fevereiro. E para reconstruir novos alicerces, primeiro é preciso demolir.
Nesta segunda-feira (6) a prefeitura divulgou balanço sobre o processo de demolição das casas que sofreram com problemas estruturais depois da chuva. A operação começou na semana passada quando não existiam mais registros de desaparecidos nos bairros.
Durante o fim de semana, ao menos 12 casas já foram demolidas. Somente nesta segunda-feira, seis casas foram demolidas na Vila Sahy, uma das regiões mais atingidas pela chuva, que deixou 65 mortos na região.
De acordo com a prefeitura, na última sexta-feira (3), máquinas faziam a limpeza de entulho nos locais afetados.
Nos próximos dias, a prefeitura informou que mais quatro imóveis devem passar pelo mesmo processo no bairro Itatinga, onde outras cinco casas já foram demolidas.
Os desabrigados seguem em hotéis e pousadas da cidade. Pela previsão inicial do governo do estadual, as obras das novas moradias populares devem ser concluídas em aproximadamente 180 dias.
Na quinta-feira da semana passada, o governo anunciou que elas serão construídas em terrenos divididos em quatro bairros: Topolândia, Maresias, Barequeçaba e na própria Vila Sahy - epicentro da tragédia.
A estimativa inicial do governo estadual é que sejam construídas aproximadamente 600 residências.
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São Sebastião segue em seu processo de reconstrução após a tempestade que devastou a costa sul do município no dia 18 de fevereiro. E para reconstruir novos alicerces, primeiro é preciso demolir.
Nesta segunda-feira (6) a prefeitura divulgou balanço sobre o processo de demolição das casas que sofreram com problemas estruturais depois da chuva. A operação começou na semana passada quando não existiam mais registros de desaparecidos nos bairros.
Durante o fim de semana, ao menos 12 casas já foram demolidas. Somente nesta segunda-feira, seis casas foram demolidas na Vila Sahy, uma das regiões mais atingidas pela chuva, que deixou 65 mortos na região.
De acordo com a prefeitura, na última sexta-feira (3), máquinas faziam a limpeza de entulho nos locais afetados.
Nos próximos dias, a prefeitura informou que mais quatro imóveis devem passar pelo mesmo processo no bairro Itatinga, onde outras cinco casas já foram demolidas.
Os desabrigados seguem em hotéis e pousadas da cidade. Pela previsão inicial do governo do estadual, as obras das novas moradias populares devem ser concluídas em aproximadamente 180 dias.
Na quinta-feira da semana passada, o governo anunciou que elas serão construídas em terrenos divididos em quatro bairros: Topolândia, Maresias, Barequeçaba e na própria Vila Sahy - epicentro da tragédia.
A estimativa inicial do governo estadual é que sejam construídas aproximadamente 600 residências.
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