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Marcello Veríssimo
"Reggae é tolerância, reggae é empatia, a única regra que o reggae tem é amar". Assim, Rodrigo Piccolo, o vocalista da banda Mato Seco definiu bem o sentimento do público que lotou a sala Adoniran Barbosa, no último sábado (8) para o primeiro show de encerramento da turnê que celebra os 20 anos de uma das bandas mais importantes do reggae brasileiro.
O show deste sábado aconteceu no Centro Cultural São Paulo, na rua Vergueiro, na capital paulista, que também recebeu o Mato em uma outra apresentação no domingo (9), na Casa de Cultura do Butantã, zona oeste da capital.
O público chegou cedo no Centro Cultural São Paulo para pegar o ingresso, que começou a ser distribuído a partir das 18h. A apresentação da banda começou pontualmente às 19h. Foram duas horas de fila, que se estendeu até a estação Vergueiro do metrô. "Mas o show do Mato Seco vale muito a pena! De graça, na faixa, vai ser gravado é imperdível", disse o professor Ricardo Souza, 43, que saiu de Taubaté, no Vale do Paraíba, com a sua mulher e filha para ir a São Paulo ver o show. "Vi nos stories do Rodrigo no Instagram que ia ser gravado, vamos participar deste momento, que vai ficar para a história", disse o professor, que acabou ficando amigo da reportagem do JDL na fila.
As apresentações deste fim de semana em São Paulo devem integrar o material que vem sendo produzido para um documentário sobre os 20 anos de história do Mato Seco - "Trajetória Mato Seco 20 anos - A História Continua", que será lançado nesta quarta-feira (12), às 16h20, no canal oficial da banda no YouTube.
O Mato Seco é uma das bandas mais longevas da música brasileira em atividade. Como outras bandas coirmãs do reggae, construiu sua bem sucedida de carreira falando diretamente com seu público, que é fiel e canta todas as músicas, sem a ajuda dos grandes meios de comunicação de massa, sem estar no mainstream, mas sim pelo carisma e postura dos seus integrantes com o público.
E foi justamente isso que se viu no Centro Cultural da Vergueiro: um público cantando durante todo o show por aproximadamente 1 hora, um repertório de clássicos.
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"Reggae é tolerância, reggae é empatia, a única regra que o reggae tem é amar". Assim, Rodrigo Piccolo, o vocalista da banda Mato Seco definiu bem o sentimento do público que lotou a sala Adoniran Barbosa, no último sábado (8) para o primeiro show de encerramento da turnê que celebra os 20 anos de uma das bandas mais importantes do reggae brasileiro.
O show deste sábado aconteceu no Centro Cultural São Paulo, na rua Vergueiro, na capital paulista, que também recebeu o Mato em uma outra apresentação no domingo (9), na Casa de Cultura do Butantã, zona oeste da capital.
O público chegou cedo no Centro Cultural São Paulo para pegar o ingresso, que começou a ser distribuído a partir das 18h. A apresentação da banda começou pontualmente às 19h. Foram duas horas de fila, que se estendeu até a estação Vergueiro do metrô. "Mas o show do Mato Seco vale muito a pena! De graça, na faixa, vai ser gravado é imperdível", disse o professor Ricardo Souza, 43, que saiu de Taubaté, no Vale do Paraíba, com a sua mulher e filha para ir a São Paulo ver o show. "Vi nos stories do Rodrigo no Instagram que ia ser gravado, vamos participar deste momento, que vai ficar para a história", disse o professor, que acabou ficando amigo da reportagem do JDL na fila.
As apresentações deste fim de semana em São Paulo devem integrar o material que vem sendo produzido para um documentário sobre os 20 anos de história do Mato Seco - "Trajetória Mato Seco 20 anos - A História Continua", que será lançado nesta quarta-feira (12), às 16h20, no canal oficial da banda no YouTube.
O Mato Seco é uma das bandas mais longevas da música brasileira em atividade. Como outras bandas coirmãs do reggae, construiu sua bem sucedida de carreira falando diretamente com seu público, que é fiel e canta todas as músicas, sem a ajuda dos grandes meios de comunicação de massa, sem estar no mainstream, mas sim pelo carisma e postura dos seus integrantes com o público.
E foi justamente isso que se viu no Centro Cultural da Vergueiro: um público cantando durante todo o show por aproximadamente 1 hora, um repertório de clássicos.
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