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Marcello Veríssimo
A Justiça de Caraguatatuba tornou réu Adilson da Silva de Siqueira Júnior, 25, que já está preso pelo assassinato de sua namorada Rafaela Ramos da Silva, 16. Ele confessou ter matado a namorada enforcada e asfixiada com um travesseiro.
O crime chocou a cidade no mês passado. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (3). Adilson foi preso logo após cometer o homicídio.
O juiz Júlio da Silva Branchini, da Comarca de Caraguatatuba, acolheu o pedido do Ministério Público, que acusa o jovem pelos crimes de homicídio qualificado por motivo fútil, pelo uso de asfixia, além de recurso que dificultou a defesa da vítima e pela condição de mulher, ocultação de cadáver, subtração de incapaz e tráfico de drogas.
O pedido foi feito pelo promotor Renato Queiroz de Lima. De acordo com as investigações, o agora réu estrangulou a vítima com as mãos e a asfixiou com um travesseiro. O crime foi motivado por ciúmes. O namorado disse à polícia que teria sido traído. “O jovem, sem o consentimento dos pais da vítima menor, fugiu com Rafaela Ramos da Silva, então com 16 anos de idade, e passou a residir com ela”, afirma o MP.
Adilson já possui passagens anteriores pelo sistema carcerário e na ocasião do assassinato de Rafaela cumpria pena por roubo em regime aberto. "O acusado é pessoa notoriamente conhecida nos meios policiais em razão da prática de crimes de roubo", diz a decisão.
A Justiça determinou ainda que o jovem tem um prazo legal de 10 dias para responder à acusação.
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A Justiça de Caraguatatuba tornou réu Adilson da Silva de Siqueira Júnior, 25, que já está preso pelo assassinato de sua namorada Rafaela Ramos da Silva, 16. Ele confessou ter matado a namorada enforcada e asfixiada com um travesseiro.
O crime chocou a cidade no mês passado. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (3). Adilson foi preso logo após cometer o homicídio.
O juiz Júlio da Silva Branchini, da Comarca de Caraguatatuba, acolheu o pedido do Ministério Público, que acusa o jovem pelos crimes de homicídio qualificado por motivo fútil, pelo uso de asfixia, além de recurso que dificultou a defesa da vítima e pela condição de mulher, ocultação de cadáver, subtração de incapaz e tráfico de drogas.
O pedido foi feito pelo promotor Renato Queiroz de Lima. De acordo com as investigações, o agora réu estrangulou a vítima com as mãos e a asfixiou com um travesseiro. O crime foi motivado por ciúmes. O namorado disse à polícia que teria sido traído. “O jovem, sem o consentimento dos pais da vítima menor, fugiu com Rafaela Ramos da Silva, então com 16 anos de idade, e passou a residir com ela”, afirma o MP.
Adilson já possui passagens anteriores pelo sistema carcerário e na ocasião do assassinato de Rafaela cumpria pena por roubo em regime aberto. "O acusado é pessoa notoriamente conhecida nos meios policiais em razão da prática de crimes de roubo", diz a decisão.
A Justiça determinou ainda que o jovem tem um prazo legal de 10 dias para responder à acusação.
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