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Marcello Veríssimo
O caso de homofobia envolvendo o jornalista, Rafael Gonzaga, e seu namorado Adrian Grasson, que foram em uma padaria na região de Santa Cecília, reacendeu o debate sobre a importância de denunciar situações de homofobia no país.
Rafa contou em seu Instagram com quase 50 mil seguidores que ele e o namorado pararam na padaria quando estavam voltando de uma festa na madrugada do último sábado (3) para comer e ir para casa, quando encontraram a mulher.
A Polícia Civil investiga o caso. Pelas imagens que ganharam as redes sociais no X, antigo Twitter, e no Instagram, plataformas que o jornalista é bastante engajado com seus seguidores, a mulher aparece xingando o casal.
A confusão começou ainda no estacionamento da padaria, antes de se estender para dentro do estabelecimento. A discussão foi filmada.
O que chama atenção é que o caso foi registrado como “preconceitos de raça e cor” e lesão corporal.
De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo), a investigação será coordenada pela Delegacia de Repressão aos Crimes Raciais contra a Diversidade Sexual e de Gênero e outros Delitos de Intolerância (Decradi).
Desde 2019, homofobia é crime no Brasil, mas sem uma lei específica estando atrelada pela Lei do Racismo, de 1989. A prática da lei contempla atos de “discriminação por orientação sexual e identidade de gênero”.
E os números mostram que a lei vingou. Para se ter uma ideia, no primeiro semestre do ano passado, as denúncias envolvendo casos de homofobia no país aumentaram 90,27% em comparação com o mesmo período de 2022. Os dados são do Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.
A reportagem do JDL tentou falar com algum representante do Fórum LGBT do Litoral Norte Paulista, mas a entidade está provisoriamente dissolvida.
Para o treinador de vida de São Sebastião, Giobert Gonçalves, a atitude da mulher contra o casal foi desmedida. De acordo com o especialista, o conflito interno em que a mulher vive consigo mesmo está “extrapolando os limites e mostrando como ela realmente é ou está vivendo neste momento", disse ele, acrescentando a importância de denunciar casos como esse.
Veja um dos vídeos divulgados pelo influenciador no Instagram. (Atenção: contém palavras que podem ser ofensivas)
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O caso de homofobia envolvendo o jornalista, Rafael Gonzaga, e seu namorado Adrian Grasson, que foram em uma padaria na região de Santa Cecília, reacendeu o debate sobre a importância de denunciar situações de homofobia no país.
Rafa contou em seu Instagram com quase 50 mil seguidores que ele e o namorado pararam na padaria quando estavam voltando de uma festa na madrugada do último sábado (3) para comer e ir para casa, quando encontraram a mulher.
A Polícia Civil investiga o caso. Pelas imagens que ganharam as redes sociais no X, antigo Twitter, e no Instagram, plataformas que o jornalista é bastante engajado com seus seguidores, a mulher aparece xingando o casal.
A confusão começou ainda no estacionamento da padaria, antes de se estender para dentro do estabelecimento. A discussão foi filmada.
O que chama atenção é que o caso foi registrado como “preconceitos de raça e cor” e lesão corporal.
De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo), a investigação será coordenada pela Delegacia de Repressão aos Crimes Raciais contra a Diversidade Sexual e de Gênero e outros Delitos de Intolerância (Decradi).
Homofobia no Brasil
Desde 2019, homofobia é crime no Brasil, mas sem uma lei específica estando atrelada pela Lei do Racismo, de 1989. A prática da lei contempla atos de “discriminação por orientação sexual e identidade de gênero”.
E os números mostram que a lei vingou. Para se ter uma ideia, no primeiro semestre do ano passado, as denúncias envolvendo casos de homofobia no país aumentaram 90,27% em comparação com o mesmo período de 2022. Os dados são do Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.
No Litoral Norte
A reportagem do JDL tentou falar com algum representante do Fórum LGBT do Litoral Norte Paulista, mas a entidade está provisoriamente dissolvida.
Para o treinador de vida de São Sebastião, Giobert Gonçalves, a atitude da mulher contra o casal foi desmedida. De acordo com o especialista, o conflito interno em que a mulher vive consigo mesmo está “extrapolando os limites e mostrando como ela realmente é ou está vivendo neste momento", disse ele, acrescentando a importância de denunciar casos como esse.
Veja um dos vídeos divulgados pelo influenciador no Instagram. (Atenção: contém palavras que podem ser ofensivas)
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