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Marcello Veríssimo
Um caso de funcionário fantasma foi descoberto pelo Ministério Público e revelado na Prefeitura de Caraguatatuba. De acordo com o MP, um médico que integrava o quadro de servidores municipais passou aproximadamente quatro anos recebendo sem trabalhar.
A identidade do médico não foi divulgada pelas autoridades. No último dia 12, uma decisão liminar da Promotoria de Justiça em Caraguatatuba bloqueou bens móveis e imóveis do médico, calculados em R$ 1.095.927,29.
A investigação do MP revelou que em 2016 o médico foi afastado por licença-saúde, continuou recebendo da prefeitura, mas apenas trabalhando em sua clínica particular.
A Promotoria de Justiça descobriu que durante o tempo da licença o médico sempre esteve apto ao trabalho, além de ter praticado atividades físicas, incluindo o esqui, postando fotos em suas redes sociais.
De acordo com a Polícia Federal, o médico também viajava com frequência para o exterior. Ele foi demitido da prefeitura após instauração de um procedimento administrativo.
A Promotoria pede no mérito da ação a condenação do réu, conforme a lei de Improbidade Administrativa com imposição de sanções como a perda definitiva dos bens acrescidos ilegalmente ao seu patrimônio, pagamento de multa no mesmo valor e a suspensão dos direitos políticos por até 14 anos.
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Um caso de funcionário fantasma foi descoberto pelo Ministério Público e revelado na Prefeitura de Caraguatatuba. De acordo com o MP, um médico que integrava o quadro de servidores municipais passou aproximadamente quatro anos recebendo sem trabalhar.
A identidade do médico não foi divulgada pelas autoridades. No último dia 12, uma decisão liminar da Promotoria de Justiça em Caraguatatuba bloqueou bens móveis e imóveis do médico, calculados em R$ 1.095.927,29.
A investigação do MP revelou que em 2016 o médico foi afastado por licença-saúde, continuou recebendo da prefeitura, mas apenas trabalhando em sua clínica particular.
A Promotoria de Justiça descobriu que durante o tempo da licença o médico sempre esteve apto ao trabalho, além de ter praticado atividades físicas, incluindo o esqui, postando fotos em suas redes sociais.
De acordo com a Polícia Federal, o médico também viajava com frequência para o exterior. Ele foi demitido da prefeitura após instauração de um procedimento administrativo.
A Promotoria pede no mérito da ação a condenação do réu, conforme a lei de Improbidade Administrativa com imposição de sanções como a perda definitiva dos bens acrescidos ilegalmente ao seu patrimônio, pagamento de multa no mesmo valor e a suspensão dos direitos políticos por até 14 anos.
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