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Gerar empregos e negócios no segmento tecnológico, impactando positivamente a vida dos cidadãos. Essa é a ideia central da Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia, Inovação e a Integração com o Mercado de Trabalho, criada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Em sua terceira reunião de trabalho, realizada nesta segunda-feira (11), o grupo discutiu a formação de parcerias com órgãos públicos e privados.
De acordo com seu coordenador, o deputado Luiz Claudio Marcolino (PT), o objetivo é cumprir com os objetivos estabelecidos já no início de 2024. Os primeiros passos para a concretização dos trabalhos já estão acontecendo. O diálogo da Frente com os municípios do Estado tem sido feito regularmente, para garantir que as cidades possam promover ações de desenvolvimento tecnológico com tranquilidade e respaldo fiscal, sem se preocuparem com possíveis embargos das esferas estaduais e federais.
"Estamos dispostos a discutir a formação de leis com o apoio dos municípios paulistas. Junto das entidades parceiras, tanto do âmbito federal quanto estadual, vamos trazer medidas para impulsionar o desenvolvimento econômico em São Paulo", afirmou Marcolino. "A pasta de Inovação e Tecnologia possui, hoje, no nosso Estado, um investimento considerado alto no orçamento previsto. Por isso, nossa frente vai trabalhar para garantir que os efeitos práticos sejam vistos pela população de todo o território paulista", reforçou o deputado.
Desenvolvimento nacional
Participando remotamente da reunião, o coordenador-geral de inovação digital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Hamilton José Mendes da Silva, disse acreditar que o trabalho da Frente em São Paulo pode influenciar, inclusive, nos índices de desenvolvimento nacional. Isso porque, conforme ele, os principais polos de produção tecnológica estão melhor estabelecidos aqui em comparação a outros estados, o que facilitaria o aumento da integração da população no mercado de trabalho.
"Na esfera federal, consideramos movimentos como esta Frente de suma importância. Afinal, um incentivo à integração da tecnologia no mercado de trabalho serve como vetor para encurtarmos a distância do Brasil para o desenvolvimento de outros países. Nosso país possui plenas condições de se alinhar ao desenvolvimento internacional, e, no Estado de São Paulo, sobretudo, existem órgãos e pessoas capazes de fazer esse movimento fluir", apontou Hamilton.
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De acordo com seu coordenador, o deputado Luiz Claudio Marcolino (PT), o objetivo é cumprir com os objetivos estabelecidos já no início de 2024. Os primeiros passos para a concretização dos trabalhos já estão acontecendo. O diálogo da Frente com os municípios do Estado tem sido feito regularmente, para garantir que as cidades possam promover ações de desenvolvimento tecnológico com tranquilidade e respaldo fiscal, sem se preocuparem com possíveis embargos das esferas estaduais e federais.
"Estamos dispostos a discutir a formação de leis com o apoio dos municípios paulistas. Junto das entidades parceiras, tanto do âmbito federal quanto estadual, vamos trazer medidas para impulsionar o desenvolvimento econômico em São Paulo", afirmou Marcolino. "A pasta de Inovação e Tecnologia possui, hoje, no nosso Estado, um investimento considerado alto no orçamento previsto. Por isso, nossa frente vai trabalhar para garantir que os efeitos práticos sejam vistos pela população de todo o território paulista", reforçou o deputado.
Desenvolvimento nacional
Participando remotamente da reunião, o coordenador-geral de inovação digital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Hamilton José Mendes da Silva, disse acreditar que o trabalho da Frente em São Paulo pode influenciar, inclusive, nos índices de desenvolvimento nacional. Isso porque, conforme ele, os principais polos de produção tecnológica estão melhor estabelecidos aqui em comparação a outros estados, o que facilitaria o aumento da integração da população no mercado de trabalho.
"Na esfera federal, consideramos movimentos como esta Frente de suma importância. Afinal, um incentivo à integração da tecnologia no mercado de trabalho serve como vetor para encurtarmos a distância do Brasil para o desenvolvimento de outros países. Nosso país possui plenas condições de se alinhar ao desenvolvimento internacional, e, no Estado de São Paulo, sobretudo, existem órgãos e pessoas capazes de fazer esse movimento fluir", apontou Hamilton.
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