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Marcello Veríssimo
As agressões contra a mulher do juiz Valmir Maurici Júnior, da 5ª Vara Cível de Guarulhos, na Grande São Paulo, das quais ele é o principal suspeito, foram cometidas na casa em que os dois moravam em Caraguatatuba. O caso foi divulgado pela Rede Globo, nos telejornais durante a manhã desta segunda-feira (27).
A própria vítima gravou os vídeos. O magistrado é acusado de violência física, sexual e psicológica. Nas imagens em um dos vídeos, é possível ver o juiz dando um tapa na cabeça da esposa seguido de outro vídeo que ele empurra, chuta e xinga a mulher. De acordo com o relato da esposa aos repórteres do grupo Globo, ambos os vídeos foram gravados em outubro do ano passado com o telefone celular dela.
Os relatos da vítima são fortes. Ela também disse que em abril de 2022, aparentemente em um vídeo gravado pelo próprio juiz, ele força uma relação sexual sem o consentimento dela, que não teve escolha.
O Ministério Público de São Paulo abriu investigação sobre o caso, que é tratado como “gravíssimo” pelo órgão. De acordo com o MP, o magistrado "demonstrou comportamento violento, manipulador, desviado, e que potencialmente colocaria em risco" a integridade da vítima e dos seus parentes. O parecer do Ministério Público ainda coloca o juiz na posição de “investigado”.
A vítima e Maurici Júnior estão casados desde 2021. A mulher, de 30 anos, disse à Rede Globo que saiu de casa em 23 de novembro do ano passado. O casal está em processo de separação. De acordo com a defesa da vítima, os episódios de violência começaram depois dos seis primeiros meses do relacionamento.

Em janeiro deste ano, a vítima obteve medida protetiva na Justiça, com base na lei Maria da Penha, que proíbe o juiz de se aproximar e de manter contato e se aproximar dela, dos pais e familiares.
O juiz Maurici Junior, 42, também foi obrigado a entregar sua arma, que tem direito por ser magistrado.
A defesa do juiz negou veementemente os fatos que lhe são imputados. A reportagem da Rede Globo procurou o juiz mas ele não se manifestou.
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As agressões contra a mulher do juiz Valmir Maurici Júnior, da 5ª Vara Cível de Guarulhos, na Grande São Paulo, das quais ele é o principal suspeito, foram cometidas na casa em que os dois moravam em Caraguatatuba. O caso foi divulgado pela Rede Globo, nos telejornais durante a manhã desta segunda-feira (27).
A própria vítima gravou os vídeos. O magistrado é acusado de violência física, sexual e psicológica. Nas imagens em um dos vídeos, é possível ver o juiz dando um tapa na cabeça da esposa seguido de outro vídeo que ele empurra, chuta e xinga a mulher. De acordo com o relato da esposa aos repórteres do grupo Globo, ambos os vídeos foram gravados em outubro do ano passado com o telefone celular dela.
Os relatos da vítima são fortes. Ela também disse que em abril de 2022, aparentemente em um vídeo gravado pelo próprio juiz, ele força uma relação sexual sem o consentimento dela, que não teve escolha.
Veja o vídeo da entrevista.
O Ministério Público de São Paulo abriu investigação sobre o caso, que é tratado como “gravíssimo” pelo órgão. De acordo com o MP, o magistrado "demonstrou comportamento violento, manipulador, desviado, e que potencialmente colocaria em risco" a integridade da vítima e dos seus parentes. O parecer do Ministério Público ainda coloca o juiz na posição de “investigado”.
A vítima e Maurici Júnior estão casados desde 2021. A mulher, de 30 anos, disse à Rede Globo que saiu de casa em 23 de novembro do ano passado. O casal está em processo de separação. De acordo com a defesa da vítima, os episódios de violência começaram depois dos seis primeiros meses do relacionamento.

Medida Protetiva
Em janeiro deste ano, a vítima obteve medida protetiva na Justiça, com base na lei Maria da Penha, que proíbe o juiz de se aproximar e de manter contato e se aproximar dela, dos pais e familiares.
O juiz Maurici Junior, 42, também foi obrigado a entregar sua arma, que tem direito por ser magistrado.
Defesa do Juiz
A defesa do juiz negou veementemente os fatos que lhe são imputados. A reportagem da Rede Globo procurou o juiz mas ele não se manifestou.
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