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A Polícia Civil de São José dos Campos realizou na manhã desta terça-feira (22), em várias cidades do estado, uma operação contra um grupo criminoso envolvido em fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. A ação, denominada Bull Trap, foi realizada nas cidades paulistas de Caraguatatuba, Ubatuba, Barueri, e em Itajubá (MG).
A investigação começou a partir da denúncia de vítimas da cidade de Taubaté, lesadas após ingressarem em um grupo de mensagens, onde eram incentivadas a realizar transferências bancárias sob promessa de altos lucros em uma falsa plataforma de investimentos.
Além da fraude eletrônica (estelionato qualificado), as apurações revelaram um esquema sofisticado de ocultação e movimentação de valores ilícitos, estruturado em três camadas de empresas, muitas delas fantasmas, com o objetivo de dificultar o rastreamento do dinheiro e dissimular sua origem criminosa.
Tais empresas recebiam os valores, faziam transferências em cadeia entre si e os destinavam a terceiros, inclusive pessoas físicas, convertendo os recursos ilícitos em aparentemente lícitos.
Foram deferidas medidas judiciais de mandados de busca e apreensão domiciliar, afastamento de sigilo bancário e telemático, além do bloqueio de bens, no valor total de R$ 810,12 milhões.
A operação contou com o apoio do efetivo da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) de São José dos Campos, das delegacias de Caraguatatuba e Ubatuba, além da Delegacia de Polícia de Itajubá (MG), atingindo diversos investigados ligados direta ou indiretamente ao núcleo financeiro e operacional da organização criminosa.
O material apreendido será submetido à análise pericial e técnica, podendo subsidiar o aprofundamento das investigações e a responsabilização penal e patrimonial dos envolvidos.
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A investigação começou a partir da denúncia de vítimas da cidade de Taubaté, lesadas após ingressarem em um grupo de mensagens, onde eram incentivadas a realizar transferências bancárias sob promessa de altos lucros em uma falsa plataforma de investimentos.
Além da fraude eletrônica (estelionato qualificado), as apurações revelaram um esquema sofisticado de ocultação e movimentação de valores ilícitos, estruturado em três camadas de empresas, muitas delas fantasmas, com o objetivo de dificultar o rastreamento do dinheiro e dissimular sua origem criminosa.
Tais empresas recebiam os valores, faziam transferências em cadeia entre si e os destinavam a terceiros, inclusive pessoas físicas, convertendo os recursos ilícitos em aparentemente lícitos.
Foram deferidas medidas judiciais de mandados de busca e apreensão domiciliar, afastamento de sigilo bancário e telemático, além do bloqueio de bens, no valor total de R$ 810,12 milhões.
A operação contou com o apoio do efetivo da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) de São José dos Campos, das delegacias de Caraguatatuba e Ubatuba, além da Delegacia de Polícia de Itajubá (MG), atingindo diversos investigados ligados direta ou indiretamente ao núcleo financeiro e operacional da organização criminosa.
O material apreendido será submetido à análise pericial e técnica, podendo subsidiar o aprofundamento das investigações e a responsabilização penal e patrimonial dos envolvidos.
Com O Vale
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