gemini
O Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito para investigar possível estelionato envolvendo o colégio particular Gemini, em Caraguatatuba. O inquérito civil foi instaurado pela promotoria nesta quarta-feira (2).
O colégio é acusado por pais e responsáveis de alunos por cobrar o valor da rematrícula dos estudantes para 2025 e, em seguida, fechar as portas.
A promotoria apontou que o Procon de Caraguatatuba recebeu diversas representações dos clientes do colégio e que a conduta da unidade de ensino "já é objeto de investigação criminal por parte da Polícia Judiciária, assim como é objeto de investigação administrativa pela Diretoria Regional de Ensino".
Ainda no documento, o MP citou necessidade de apurar os fatos e que "os atos praticados podem caracterizar conduta abusiva e desleal na relação de consumo" e "podem configurar, ainda, ofensa aos direitos básicos dos consumidores e eventualmente enriquecimento ilícito por parte dos noticiados".
O inquérito estabelece um prazo de 20 dias para que os responsáveis pelo colégio possam prestar esclarecimentos sobre a reparação de danos aos consumidores.
O Ministério Público também orienta que os consumidores prejudicados registrem boletim de ocorrência e representem pela prática do crime de estelionato.
O advogado de defesa do Colégio disse que 42 dos 65 pais que fizeram a rematrícula "já receberam ou estão recebendo o reembolso dos valores investidos" e que "os demais estão sendo chamados para uma audiência de conciliação junto ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania do Poder Judiciário".
Os pais e responsáveis por alunos de um colégio particular de Caraguatatuba, acusam a unidade de estelionato. Isso porque, segundo eles, depois de cobrar o valor da rematrícula dos estudantes para 2025, a Escola Gemini fechou as portas.
Com isso, os pais se mobilizaram e criaram um grupo com pelo menos 30 responsáveis por alunos que estudavam na escola, que fica no bairro Martim de Sá. Eles apontam que o valor do prejuízo chega a R$ 400 mil.
De acordo com o boletim de ocorrência, a proprietária da escola é Fernanda Mioni. Segundo os envolvidos, ela alegou dificuldades financeiras e problemas com o aluguel do prédio. Na Justiça existe um processo de despejo por causa da falta de pagamento, pelo menos, desde 2023.
A Polícia Civil e a Diretoria de Ensino de Caraguatatuba também apuram o caso.
Mais notícias
O colégio é acusado por pais e responsáveis de alunos por cobrar o valor da rematrícula dos estudantes para 2025 e, em seguida, fechar as portas.
A promotoria apontou que o Procon de Caraguatatuba recebeu diversas representações dos clientes do colégio e que a conduta da unidade de ensino "já é objeto de investigação criminal por parte da Polícia Judiciária, assim como é objeto de investigação administrativa pela Diretoria Regional de Ensino".
Ainda no documento, o MP citou necessidade de apurar os fatos e que "os atos praticados podem caracterizar conduta abusiva e desleal na relação de consumo" e "podem configurar, ainda, ofensa aos direitos básicos dos consumidores e eventualmente enriquecimento ilícito por parte dos noticiados".
O inquérito estabelece um prazo de 20 dias para que os responsáveis pelo colégio possam prestar esclarecimentos sobre a reparação de danos aos consumidores.
O Ministério Público também orienta que os consumidores prejudicados registrem boletim de ocorrência e representem pela prática do crime de estelionato.
O advogado de defesa do Colégio disse que 42 dos 65 pais que fizeram a rematrícula "já receberam ou estão recebendo o reembolso dos valores investidos" e que "os demais estão sendo chamados para uma audiência de conciliação junto ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania do Poder Judiciário".
O caso
Os pais e responsáveis por alunos de um colégio particular de Caraguatatuba, acusam a unidade de estelionato. Isso porque, segundo eles, depois de cobrar o valor da rematrícula dos estudantes para 2025, a Escola Gemini fechou as portas.
Com isso, os pais se mobilizaram e criaram um grupo com pelo menos 30 responsáveis por alunos que estudavam na escola, que fica no bairro Martim de Sá. Eles apontam que o valor do prejuízo chega a R$ 400 mil.
De acordo com o boletim de ocorrência, a proprietária da escola é Fernanda Mioni. Segundo os envolvidos, ela alegou dificuldades financeiras e problemas com o aluguel do prédio. Na Justiça existe um processo de despejo por causa da falta de pagamento, pelo menos, desde 2023.
A Polícia Civil e a Diretoria de Ensino de Caraguatatuba também apuram o caso.
Com G1
Eventos
Caraguá recebe Circuito Mais Mulher com provas de 5 km e 10 km
Caraguatatuba
Homem de 22 anos é encontrado morto dentro de um residencial no bairro Getuba em Caraguá
Caraguatatuba
Baep prende Guarda Civil Municipal com arma de numeração raspada e veículo suspeito em Caraguá
Caraguatatuba
Homem de 20 anos é baleado enquanto andava de bicicleta em Caraguá
Caraguatatuba
Ataque a tiros termina com um homem de 21 anos morto e outro de 39 ferido em Caraguá
Caraguatatuba
Trio é baleado durante ataque em Caraguatatuba
Caraguatatuba
Concessionária libera tráfego na Serra Antiga após interdição por deslizamento de terra
Caraguatatuba
Rodovia dos Tamoios opera com apenas uma faixa após deslizamento de terra em Caraguá
Caraguatatuba
Caso de adolescente encontrada enterrada chega a Júri Popular em Caraguá
Caraguatatuba
Discussão por dívida termina em tiro e agressões em Caraguá