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O aplicativo SOS Caraguá Pra Elas, que presta ajuda imediata às mulheres vítimas de violência doméstica do município, foi acionado no dia 18 de novembro e a Guarda Civil Municipal (GCM), por meio do Centro de Operações de Inteligência (COI), conseguiu prender o indivíduo por descumprimento de medida protetiva.
A vítima, S.L.S, já vinha tendo problemas com seu ex-marido, que a agredia fisicamente, chegando inclusive a levar a filha do casal e não devolver. Quando S.L.S. soube da existência do botão de SOS Caraguá Pra Elas, procurou imediatamente instalar, pois já tinha uma medida protetiva contra o ex-marido.
“Antes, eu me sentia ameaçada e com medo. Quando precisei de ajuda e acionei o aplicativo, a GCM levou 15 minutos para chegar em minha casa e logo encontrou meu ex-marido, que tentou fugir. Tendo agora o Botão SOS Caragua Pra Ela e me sinto muito mais segura e protegida”, conta ela.
SOS Caraguá pra Elas
As mulheres que sofrem algum tipo de violência doméstica, seja física, psicológica, patrimonial, entre outros tipos e que precisam de orientações, podem ir ao Centro Integrado de Atendimento a Mulher (CIAM). Atualmente, mais de 40 mulheres são cadastradas e assistidas pelo CIAM, tendo acesso ao botão de SOS Caraguá pra Elas.
No CIAM, há uma equipe técnica especializada de assistentes sociais e psicólogas que irão acompanhar a vítima à Delegacia da Mulher para o registro do Boletim de Ocorrência e para o pedido da medida protetiva contra o agressor.
Vale destacar que o agressor pode ser marido, ex-companheiro, irmão, pai. Caso a vítima já possua essas informações, ela deve procurar a Delegacia da Mulher ou a Delegacia de Polícia mais próxima para relatar a violência sofrida. O boletim de ocorrência será registrado e, caso a mulher solicite medidas protetivas, a autoridade policial registrará o pedido e irá remetê-lo ao juiz(a), que deverá apreciar este requerimento em até 48 horas.
De posse da medida protetiva, a mulher deve se encaminhar ao CIAM, preencher uma ficha com alguns dados pessoais (vítima e agressor). Esses dados chegam ao COI, onde são cadastrados no sistema e logo após esse procedimento, o botão do SOS Caraguá pra Elas é liberado para a mulher, pelo aplicativo.
O botão tem a finalidade de agilizar o socorro à mulher que naquele momento está sofrendo algum tipo de quebra da medida protetiva, como por exemplo, sendo perseguida pelo agressor ou até mesmo sendo novamente agredida.
A vítima abre o aplicativo que é bem simples, com apenas um botão na tela. Ao acioná-lo, ela tem 5 segundos para desistir caso tenha apertado por engano. Após esses 5 segundos, aparece na tela do computador do COI a solicitação e a coordenada geográfica de onde se encontra a vítima naquele momento. Os operadores acionam via rádio o inspetor de plantão e este encaminha imediatamente uma viatura para o atendimento da ocorrência.
Esse processo entre a vítima acionar o botão, os operadores do COI receberem a ocorrência, verificarem o endereço, passarem para o inspetor e este encaminhar uma viatura leva em média 40 segundos, ou seja, bem rápido.
Depois do atendimento inicial, as vítimas continuam sendo acompanhadas pela GCM, que faz visitas periódicas a cada uma delas. “Continuamos a fazer essas visitas periódicas para nos certificarmos de que está tudo certo e de que não haverá reincidência”, explica a inspetora da GCM, Sandra de Oliveira Celestino.
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A vítima, S.L.S, já vinha tendo problemas com seu ex-marido, que a agredia fisicamente, chegando inclusive a levar a filha do casal e não devolver. Quando S.L.S. soube da existência do botão de SOS Caraguá Pra Elas, procurou imediatamente instalar, pois já tinha uma medida protetiva contra o ex-marido.
“Antes, eu me sentia ameaçada e com medo. Quando precisei de ajuda e acionei o aplicativo, a GCM levou 15 minutos para chegar em minha casa e logo encontrou meu ex-marido, que tentou fugir. Tendo agora o Botão SOS Caragua Pra Ela e me sinto muito mais segura e protegida”, conta ela.
SOS Caraguá pra Elas
As mulheres que sofrem algum tipo de violência doméstica, seja física, psicológica, patrimonial, entre outros tipos e que precisam de orientações, podem ir ao Centro Integrado de Atendimento a Mulher (CIAM). Atualmente, mais de 40 mulheres são cadastradas e assistidas pelo CIAM, tendo acesso ao botão de SOS Caraguá pra Elas.
No CIAM, há uma equipe técnica especializada de assistentes sociais e psicólogas que irão acompanhar a vítima à Delegacia da Mulher para o registro do Boletim de Ocorrência e para o pedido da medida protetiva contra o agressor.
Vale destacar que o agressor pode ser marido, ex-companheiro, irmão, pai. Caso a vítima já possua essas informações, ela deve procurar a Delegacia da Mulher ou a Delegacia de Polícia mais próxima para relatar a violência sofrida. O boletim de ocorrência será registrado e, caso a mulher solicite medidas protetivas, a autoridade policial registrará o pedido e irá remetê-lo ao juiz(a), que deverá apreciar este requerimento em até 48 horas.
De posse da medida protetiva, a mulher deve se encaminhar ao CIAM, preencher uma ficha com alguns dados pessoais (vítima e agressor). Esses dados chegam ao COI, onde são cadastrados no sistema e logo após esse procedimento, o botão do SOS Caraguá pra Elas é liberado para a mulher, pelo aplicativo.
Pra que serve esse botão?
O botão tem a finalidade de agilizar o socorro à mulher que naquele momento está sofrendo algum tipo de quebra da medida protetiva, como por exemplo, sendo perseguida pelo agressor ou até mesmo sendo novamente agredida.
Como funciona?
A vítima abre o aplicativo que é bem simples, com apenas um botão na tela. Ao acioná-lo, ela tem 5 segundos para desistir caso tenha apertado por engano. Após esses 5 segundos, aparece na tela do computador do COI a solicitação e a coordenada geográfica de onde se encontra a vítima naquele momento. Os operadores acionam via rádio o inspetor de plantão e este encaminha imediatamente uma viatura para o atendimento da ocorrência.
Esse processo entre a vítima acionar o botão, os operadores do COI receberem a ocorrência, verificarem o endereço, passarem para o inspetor e este encaminhar uma viatura leva em média 40 segundos, ou seja, bem rápido.
Depois do atendimento inicial, as vítimas continuam sendo acompanhadas pela GCM, que faz visitas periódicas a cada uma delas. “Continuamos a fazer essas visitas periódicas para nos certificarmos de que está tudo certo e de que não haverá reincidência”, explica a inspetora da GCM, Sandra de Oliveira Celestino.
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