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O município foi protagonista de uma importante etapa de campo da pesquisa internacional “Riscos naturais e vulnerabilidade social nos municípios de São Sebastião (Brasil) e Beira (Moçambique) a partir de uma perspectiva de governança ambiental participativa”, conduzida entre os dias 22 e 25 de abril, pelo Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Durante quatro dias, pesquisadores e estudantes da Unicamp estiveram em campo nos bairros Baleia Verde, Vila Sahy, Cambury e Boiçucanga, onde realizaram oficinas de mapeamento participativo e entrevistas com atores envolvidos na gestão de riscos, incluindo moradores e representantes do poder público.
A atividade, apoiada pela Prefeitura de São Sebastião, teve como objetivo central entender como as próprias comunidades percebem seus territórios e os riscos a que estão expostas, além de avaliar o grau de articulação entre sociedade civil e governo na gestão de riscos socioambientais.
O pesquisador de pós-doutorado Lucrêncio Silvestre Macarringue, responsável pela pesquisa, destacou o envolvimento ativo dos moradores e a relevância da parceria com o município.
“Tive uma experiência com as comunidades de São Sebastião na condução da minha pesquisa sobre riscos naturais e vulnerabilidade social. A impressão que tive foi boa, de comunidades engajadas em desenvolver o seu território. Realizamos as oficinas de mapeamento participativo com o intuito de aferir como as comunidades enxergam o seu território e buscar através de questionários aferir o relacionamento entre o poder público e as comunidades. Agradeço a abertura e as parcerias estabelecidas com as autoridades municipais e comunitárias e todo apoio prestado até então e há muito mais que podemos fazer juntos nessa direção”, ressaltou Macarringue.
Para a realização do estudo, a gestão municipal atuou na articulação com as secretarias municipais envolvidas com temas ambientais, sociais, de planejamento e defesa civil, além da disponibilização de espaços para a realização das oficinas, essencial para viabilizar o contato direto com a população e garantir a legitimidade e efetividade do processo de escuta e construção coletiva de conhecimento.
A estudante de Geografia da Unicamp, Andreia Mendonça Z da Silva, também participou da atividade e ressaltou o impacto da vivência em campo.
“Foi uma experiência transformadora, marcada por muito aprendizado junto à comunidade local. São Sebastião é um território complexo e fascinante, que dialoga com múltiplos campos do saber. Compreender e gerir esse espaço exige a união entre conhecimento técnico e escuta ativa da população. Por isso, deixo aqui meu sincero agradecimento ao Poder Público, pela abertura e apoio a atividade, e à população, que me acolheu com generosidade e entusiasmo. Foi incrível ser recebida por um povo tão amável e comprometido com seu território”, destacou Andreia.
Para o prefeito de São Sebastião, Reinaldinho Moreira, a iniciativa reforça o papel estratégico do município na construção de soluções para os problemas socioambientais. “A partir do diálogo entre ciência e sociedade, São Sebastião se consolida como um laboratório vivo de aprendizagem mútua e ação transformadora, contribuindo para o fortalecimento de políticas públicas mais justas, eficientes e sensíveis à realidade local”, reforçou o prefeito.
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Durante quatro dias, pesquisadores e estudantes da Unicamp estiveram em campo nos bairros Baleia Verde, Vila Sahy, Cambury e Boiçucanga, onde realizaram oficinas de mapeamento participativo e entrevistas com atores envolvidos na gestão de riscos, incluindo moradores e representantes do poder público.
A atividade, apoiada pela Prefeitura de São Sebastião, teve como objetivo central entender como as próprias comunidades percebem seus territórios e os riscos a que estão expostas, além de avaliar o grau de articulação entre sociedade civil e governo na gestão de riscos socioambientais.
O pesquisador de pós-doutorado Lucrêncio Silvestre Macarringue, responsável pela pesquisa, destacou o envolvimento ativo dos moradores e a relevância da parceria com o município.
“Tive uma experiência com as comunidades de São Sebastião na condução da minha pesquisa sobre riscos naturais e vulnerabilidade social. A impressão que tive foi boa, de comunidades engajadas em desenvolver o seu território. Realizamos as oficinas de mapeamento participativo com o intuito de aferir como as comunidades enxergam o seu território e buscar através de questionários aferir o relacionamento entre o poder público e as comunidades. Agradeço a abertura e as parcerias estabelecidas com as autoridades municipais e comunitárias e todo apoio prestado até então e há muito mais que podemos fazer juntos nessa direção”, ressaltou Macarringue.
Para a realização do estudo, a gestão municipal atuou na articulação com as secretarias municipais envolvidas com temas ambientais, sociais, de planejamento e defesa civil, além da disponibilização de espaços para a realização das oficinas, essencial para viabilizar o contato direto com a população e garantir a legitimidade e efetividade do processo de escuta e construção coletiva de conhecimento.
A estudante de Geografia da Unicamp, Andreia Mendonça Z da Silva, também participou da atividade e ressaltou o impacto da vivência em campo.
“Foi uma experiência transformadora, marcada por muito aprendizado junto à comunidade local. São Sebastião é um território complexo e fascinante, que dialoga com múltiplos campos do saber. Compreender e gerir esse espaço exige a união entre conhecimento técnico e escuta ativa da população. Por isso, deixo aqui meu sincero agradecimento ao Poder Público, pela abertura e apoio a atividade, e à população, que me acolheu com generosidade e entusiasmo. Foi incrível ser recebida por um povo tão amável e comprometido com seu território”, destacou Andreia.
Para o prefeito de São Sebastião, Reinaldinho Moreira, a iniciativa reforça o papel estratégico do município na construção de soluções para os problemas socioambientais. “A partir do diálogo entre ciência e sociedade, São Sebastião se consolida como um laboratório vivo de aprendizagem mútua e ação transformadora, contribuindo para o fortalecimento de políticas públicas mais justas, eficientes e sensíveis à realidade local”, reforçou o prefeito.
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