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Marcello Veríssimo
A Polícia Ambiental, em Ilhabela, flagrou pescadores com três exemplares de Robalo Flexa, que estavam sendo vendidos de forma irregular em um comércio no bairro Saco da Capela, ao norte do arquipélago. De acordo com a polícia, muito provavelmente, os peixes foram capturados durante pesca subaquática, pois apresentavam perfurações características de arbaletes.
O flagrante foi registrado durante o primeiro dia da Operação Impacto Finados, deflagrada pela Polícia Ambiental de São Paulo, e a 5ª Companhia de Polícia Militar Ambiental Marítima do 3° BPAmb (Batalhão de Polícia Ambiental). O objetivo foi fiscalizar o transporte, armazenamento, beneficiamento e comércio ilegal de pescado.
A polícia informou que, no caso de Ilhabela, a situação em que os peixes estavam contraria a legislação pesqueira vigente, que proíbe o comércio de pescado proveniente desta modalidade de pesca amadora. De acordo com a legislação, o pescador profissional, que é autorizado a vender os pescados para estabelecimentos comerciais, também não pode capturar peixes com o uso de arpões ou arbaletes.
O responsável pelo estabelecimento comercial não apresentou qualquer documento que comprovasse a origem do pescado. No total, foram 17 quilos de pescado que foram doados ao Fundo Social de Solidariedade da ilha que será doado para famílias em situação de vulnerabilidade social.
O receptador foi autuado e terá que comparecer na secretaria do Meio Ambiente para prestar esclarecimentos.
A Polícia Ambiental recebe denúncias pelo telefone (12) 38420123.
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A Polícia Ambiental, em Ilhabela, flagrou pescadores com três exemplares de Robalo Flexa, que estavam sendo vendidos de forma irregular em um comércio no bairro Saco da Capela, ao norte do arquipélago. De acordo com a polícia, muito provavelmente, os peixes foram capturados durante pesca subaquática, pois apresentavam perfurações características de arbaletes.
O flagrante foi registrado durante o primeiro dia da Operação Impacto Finados, deflagrada pela Polícia Ambiental de São Paulo, e a 5ª Companhia de Polícia Militar Ambiental Marítima do 3° BPAmb (Batalhão de Polícia Ambiental). O objetivo foi fiscalizar o transporte, armazenamento, beneficiamento e comércio ilegal de pescado.
A polícia informou que, no caso de Ilhabela, a situação em que os peixes estavam contraria a legislação pesqueira vigente, que proíbe o comércio de pescado proveniente desta modalidade de pesca amadora. De acordo com a legislação, o pescador profissional, que é autorizado a vender os pescados para estabelecimentos comerciais, também não pode capturar peixes com o uso de arpões ou arbaletes.
O responsável pelo estabelecimento comercial não apresentou qualquer documento que comprovasse a origem do pescado. No total, foram 17 quilos de pescado que foram doados ao Fundo Social de Solidariedade da ilha que será doado para famílias em situação de vulnerabilidade social.
O receptador foi autuado e terá que comparecer na secretaria do Meio Ambiente para prestar esclarecimentos.
A Polícia Ambiental recebe denúncias pelo telefone (12) 38420123.
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