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Marcello Veríssimo
A Polícia Ambiental, em Ubatuba, conseguiu desarticular a ação de dois caçadores no bairro Porto da Figueira. O flagrante foi registrado durante a "Operação Tamoios", realizada nesta terça-feira (7) com o apoio do Grupamento Tático Ambiental do Vale do Paraíba.
A denúncia informava sobre os dois caçadores, que são pai e filho, caçando de forma ilegal animais silvestres. Os policiais chegaram à casa indicada e encontraram um imóvel em construção.
De acordo com a polícia, a equipe foi recebida pelo homem mais velho, que seria o pai. Ele autorizou a entrada dos policiais na residência.
Durante a revista, os policiais encontraram no chão de um dos quartos uma espingarda calibre 28, com quatro munições recarregadas, além de outras três munições calibre 32 e um cinturão baleiro.
Ainda na revista, mas segundo a polícia, na residência principal foram encontradas mais armas utilizadas para caça, uma espingarda calibre 32, uma arma de fogo de calibre 36, dez munições calibre 32 recarregadas, quatorze munições de calibre 36 deflagradas, dezoito munições de calibre 36 recarregadas, além de um recipiente com espoleta e chumbinho.
Também foram apreendidos sete Pius, um apito para atrair animais silvestres normalmente utilizado para caça, um estilingue e uma espingarda de pressão.
A polícia informou que no mesmo terreno havia uma outra casa, que seria do filho do infrator. No imóvel, os policiais encontraram um alçapão onde foi localizado um canário da terra, recém capturado, três coleirinho-papa-capim e mais um canário da terra. Os militares ambientais também encontraram um feixe de penas de animal silvestre da espécie Jacu.
Pai e filho foram levados para a Delegacia de Ubatuba. O pai foi preso, mas pagou fiança de R$ 1.320, por incorrer no disposto do Art.12 da Lei N° 10.826/03, posse ilegal de arma de fogo.
O filho assinou um Termo Circunstanciado pela prática de Crimes Ambientais e foi liberado para responder pelo crime em liberdade. O filho também foi multado em R$ 3 mil, “por ter em depósito subproduto da fauna, manter em cativeiro e apanhar (respectivamente) espécimes da fauna silvestre sem autorização do órgão ambiental competente”.
De acordo com a polícia, as aves apreendidas estavam ariscas. Elas foram libertadas para voltarem à natureza.
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A Polícia Ambiental, em Ubatuba, conseguiu desarticular a ação de dois caçadores no bairro Porto da Figueira. O flagrante foi registrado durante a "Operação Tamoios", realizada nesta terça-feira (7) com o apoio do Grupamento Tático Ambiental do Vale do Paraíba.
A denúncia informava sobre os dois caçadores, que são pai e filho, caçando de forma ilegal animais silvestres. Os policiais chegaram à casa indicada e encontraram um imóvel em construção.
De acordo com a polícia, a equipe foi recebida pelo homem mais velho, que seria o pai. Ele autorizou a entrada dos policiais na residência.
Durante a revista, os policiais encontraram no chão de um dos quartos uma espingarda calibre 28, com quatro munições recarregadas, além de outras três munições calibre 32 e um cinturão baleiro.
Ainda na revista, mas segundo a polícia, na residência principal foram encontradas mais armas utilizadas para caça, uma espingarda calibre 32, uma arma de fogo de calibre 36, dez munições calibre 32 recarregadas, quatorze munições de calibre 36 deflagradas, dezoito munições de calibre 36 recarregadas, além de um recipiente com espoleta e chumbinho.
Também foram apreendidos sete Pius, um apito para atrair animais silvestres normalmente utilizado para caça, um estilingue e uma espingarda de pressão.
A polícia informou que no mesmo terreno havia uma outra casa, que seria do filho do infrator. No imóvel, os policiais encontraram um alçapão onde foi localizado um canário da terra, recém capturado, três coleirinho-papa-capim e mais um canário da terra. Os militares ambientais também encontraram um feixe de penas de animal silvestre da espécie Jacu.
Delegacia
Pai e filho foram levados para a Delegacia de Ubatuba. O pai foi preso, mas pagou fiança de R$ 1.320, por incorrer no disposto do Art.12 da Lei N° 10.826/03, posse ilegal de arma de fogo.
O filho assinou um Termo Circunstanciado pela prática de Crimes Ambientais e foi liberado para responder pelo crime em liberdade. O filho também foi multado em R$ 3 mil, “por ter em depósito subproduto da fauna, manter em cativeiro e apanhar (respectivamente) espécimes da fauna silvestre sem autorização do órgão ambiental competente”.
De acordo com a polícia, as aves apreendidas estavam ariscas. Elas foram libertadas para voltarem à natureza.
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