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Marcello Veríssimo
A AMOVILA (Associação de Moradores da Vila Sahy), em São Sebastião, mobilizou moradores em uma manifestação pacífica na manhã deste domingo (3). O ato é contra a decisão da PGE (Procuradoria Geral do Estado) que determinou na semana passada a remoção dos moradores das áreas de risco e a demolição de 893 casas.
A Vila Sahy foi o epicentro da tragédia causada pela tempestade de fevereiro que devastou a costa sul do município. 64 pessoas morreram e milhares ficaram desabrigadas ou desalojadas.
A manifestação deste domingo reuniu cerca de 500 pessoas, entre líderes comunitários e a população local na busca. De acordo com a associação, a principal reivindicação dos moradores é com relação a falta de informações e esclarecimentos da parte dos governos estadual e municipal.
De acordo com a AMOVILA, a falta de informações sobre a realidade da situação revoltou a comunidade. Os moradores dizem que a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), responsável pela construção dos conjuntos habitacionais na Baleia Verde, também na costa sul, enfrenta baixa aquisição dos imóveis por parte da população.
A Associação de Moradores da Vila Sahy informou que a promessa do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) era doar os imóveis para a população, mas depois resolveu condicionar os imóveis para venda. “Após 288 dias da tragédia de 19 de fevereiro de 2023, em véspera de verão, a comunidade se mobiliza pela dignidade, exigindo respostas e soluções efetivas dos governos federal, estadual e municipal, incluindo o governo federal que esteve ausente durante todos esses dias pós-tragédia”, disse a AMOVILA. “Durante a tragédia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus ministros estiveram lá na Vila Sahy, durante a catástrofe. Todos os governos prometeram a resolução desta questão”, completa.
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A AMOVILA (Associação de Moradores da Vila Sahy), em São Sebastião, mobilizou moradores em uma manifestação pacífica na manhã deste domingo (3). O ato é contra a decisão da PGE (Procuradoria Geral do Estado) que determinou na semana passada a remoção dos moradores das áreas de risco e a demolição de 893 casas.
A Vila Sahy foi o epicentro da tragédia causada pela tempestade de fevereiro que devastou a costa sul do município. 64 pessoas morreram e milhares ficaram desabrigadas ou desalojadas.
A manifestação deste domingo reuniu cerca de 500 pessoas, entre líderes comunitários e a população local na busca. De acordo com a associação, a principal reivindicação dos moradores é com relação a falta de informações e esclarecimentos da parte dos governos estadual e municipal.
De acordo com a AMOVILA, a falta de informações sobre a realidade da situação revoltou a comunidade. Os moradores dizem que a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), responsável pela construção dos conjuntos habitacionais na Baleia Verde, também na costa sul, enfrenta baixa aquisição dos imóveis por parte da população.
A Associação de Moradores da Vila Sahy informou que a promessa do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) era doar os imóveis para a população, mas depois resolveu condicionar os imóveis para venda. “Após 288 dias da tragédia de 19 de fevereiro de 2023, em véspera de verão, a comunidade se mobiliza pela dignidade, exigindo respostas e soluções efetivas dos governos federal, estadual e municipal, incluindo o governo federal que esteve ausente durante todos esses dias pós-tragédia”, disse a AMOVILA. “Durante a tragédia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus ministros estiveram lá na Vila Sahy, durante a catástrofe. Todos os governos prometeram a resolução desta questão”, completa.
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