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A campanha de prevenção ao suicídio “Setembro Amarelo”, foi iniciada no Brasil em 2015. Neste ano, em Ilhabela, a programação segue até o dia 28 deste mês com enfoque nas raízes culturais e afetivas das pessoas, trazendo para a discussão do tema as transformações históricas e econômicas do município, com as suas devidas consequências e impactos psicológicos.
De acordo com o psicólogo da rede municipal de Saúde, Herbert Thomas Luckmann, as causas do suicídio são complexas e permeadas por aspectos psicológicos, sociais, culturais, biológicos e econômicos. Segundo o especialista, o combate a esse fenômeno é um trabalho diário e que envolve todos os níveis de atenção à saúde, assim como os demais espaços da sociedade.
“Este ano, além das ações de praxe relacionadas à temática, direcionadas à orientação e prevenção, estamos propondo uma discussão que facilite a recuperação de suas histórias pessoais e suas raízes culturais e afetivas, fortalecendo seus aspectos psicológicos, sociais e culturais”, salienta Luckmann.
Ainda de acordo com o psicólogo, memórias e histórias pessoais podem suscitar forças positivas e negativas nas pessoas. “No entanto, quando são contadas, sempre permitem ao indivíduo um olhar de ressignificado sobre tudo aquilo que viveu, seja para recuperar forças que o ajudaram a superar situações difíceis no passado, seja para ter melhor compreensão sobre dificuldades atuais a partir da escuta da própria história e descobrir possibilidades de superação”, explicou.
Como prática de empatia, Herbert sugere que seja exercitado o hábito de ouvir as histórias e ensinamentos das outras pessoas com mais frequência, com a devida atenção e interesse genuíno.
“Conte e escute olhando nos olhos, conectando-se, interessando-se. Tenha curiosidade sobre quem está contando. Parece algo simples, mas se você observar sinceramente ao redor verá o quanto as pessoas falam de si, sem, no entanto, se ouvirem. Contar e ouvir uma história é uma relação de troca, algo que já fizemos com muito mais facilidade e naturalidade em tempos menos acelerados”, ressaltou.
Palestras e eventos
Na Unidade Básica de Saúde (UBS) de Água Branca haverá uma programação permanente sob responsabilidade da Psicóloga Lucila Fidik Valentim. Já no Hospital Mario Covas serão realizadas ações internas de conscientização voltadas para os funcionários, com organização e responsabilidade das psicólogas Raquel Prado e Monica Cuono, juntamente com as equipes do hospital. O prédio do hospital também recebeu uma iluminação especial oferecida pelo diretor Henrique Simões.
Clique no link abaixo para acessar a programação em todos os eventos e serviços: https://tinyurl.com/yeym4876.
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De acordo com o psicólogo da rede municipal de Saúde, Herbert Thomas Luckmann, as causas do suicídio são complexas e permeadas por aspectos psicológicos, sociais, culturais, biológicos e econômicos. Segundo o especialista, o combate a esse fenômeno é um trabalho diário e que envolve todos os níveis de atenção à saúde, assim como os demais espaços da sociedade.
“Este ano, além das ações de praxe relacionadas à temática, direcionadas à orientação e prevenção, estamos propondo uma discussão que facilite a recuperação de suas histórias pessoais e suas raízes culturais e afetivas, fortalecendo seus aspectos psicológicos, sociais e culturais”, salienta Luckmann.
Ainda de acordo com o psicólogo, memórias e histórias pessoais podem suscitar forças positivas e negativas nas pessoas. “No entanto, quando são contadas, sempre permitem ao indivíduo um olhar de ressignificado sobre tudo aquilo que viveu, seja para recuperar forças que o ajudaram a superar situações difíceis no passado, seja para ter melhor compreensão sobre dificuldades atuais a partir da escuta da própria história e descobrir possibilidades de superação”, explicou.
Como prática de empatia, Herbert sugere que seja exercitado o hábito de ouvir as histórias e ensinamentos das outras pessoas com mais frequência, com a devida atenção e interesse genuíno.
“Conte e escute olhando nos olhos, conectando-se, interessando-se. Tenha curiosidade sobre quem está contando. Parece algo simples, mas se você observar sinceramente ao redor verá o quanto as pessoas falam de si, sem, no entanto, se ouvirem. Contar e ouvir uma história é uma relação de troca, algo que já fizemos com muito mais facilidade e naturalidade em tempos menos acelerados”, ressaltou.
Palestras e eventos
Na Unidade Básica de Saúde (UBS) de Água Branca haverá uma programação permanente sob responsabilidade da Psicóloga Lucila Fidik Valentim. Já no Hospital Mario Covas serão realizadas ações internas de conscientização voltadas para os funcionários, com organização e responsabilidade das psicólogas Raquel Prado e Monica Cuono, juntamente com as equipes do hospital. O prédio do hospital também recebeu uma iluminação especial oferecida pelo diretor Henrique Simões.
Clique no link abaixo para acessar a programação em todos os eventos e serviços: https://tinyurl.com/yeym4876.
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