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Marcello Veríssimo
A Gerência Regional do Sudeste (GR-4) do ICMBio e o Centro de Apoio a Sistemas Operativos (CASOP) da Marinha do Brasil assinaram um acordo de cooperação técnica para atuação conjunta na ilha de Alcatrazes. O acordo foi assinado no último dia 24 de março.
De acordo com o documento, fica previsto o uso das estruturas da Marinha do Brasil na ilha para Monitoramento da pesca ilegal, substituição da matriz energética por energia limpa, instalação de internet via satélite para melhorar a comunicação com o continente e a gestão responsável de resíduos na ilha.
A instalação de energia e da internet além de garantir a segurança das equipes em campo vai possibilitar a instalação de câmeras para monitoramento 24 horas de atividades ilegais no arquipélago, garantindo assim uma maior proteção dos seus ambientes.
O Núcleo de Gestão Integrada do Arquipélago de Alcatrazes, responsável pela gestão das unidades de conservação Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes e Estação Ecológica Tupinambás, é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente.
O arquipélago de Alcatrazes está localizado cerca de 35 km ao sul de São Sebastião. Durante anos a ilha foi usada para exercícios de tiros da Marinha do Brasil.
Mas, atualmente, a atuação de ambientalistas em 2016 transformou o arquipélago no Refúgio de Vida Silvestre Alcatrazes, que hoje é a segunda maior unidade de conservação integral da Marinha do Brasil depois do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.
Formado por cinco ilhas maiores, a maior sendo a Ilha de Alcatrazes com cerca de 2,5km de extensão e 170 hectares de área, o epicentro da vida no local. As outras são a ilha da Sapata, do Paredão, do Porto, também conhecida como Ilha do Farol e a Ilha do Sul.
Ainda compõem o arquipélago outras quatro ilhas menores, que não são nominadas, cinco lajes e dois parcéis. Alcatrazes é protegido, desde 1967, pela Estação Ecológica Tupinambás, uma Unidade de Conservação Federal de Proteção Integral.
De acordo com os ambientalistas, Alcatrazes é o maior sítio reprodutivo de aves marinhas da costa brasileira, com uma população estimada em 10 mil aves. Por conta de sua biodiversidade de fauna e flora ainda conta com mais de 20 espécies endêmicas, que lhe renderam o status de “Galápagos do Brasil”.
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A Gerência Regional do Sudeste (GR-4) do ICMBio e o Centro de Apoio a Sistemas Operativos (CASOP) da Marinha do Brasil assinaram um acordo de cooperação técnica para atuação conjunta na ilha de Alcatrazes. O acordo foi assinado no último dia 24 de março.
De acordo com o documento, fica previsto o uso das estruturas da Marinha do Brasil na ilha para Monitoramento da pesca ilegal, substituição da matriz energética por energia limpa, instalação de internet via satélite para melhorar a comunicação com o continente e a gestão responsável de resíduos na ilha.
A instalação de energia e da internet além de garantir a segurança das equipes em campo vai possibilitar a instalação de câmeras para monitoramento 24 horas de atividades ilegais no arquipélago, garantindo assim uma maior proteção dos seus ambientes.
O Núcleo de Gestão Integrada do Arquipélago de Alcatrazes, responsável pela gestão das unidades de conservação Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes e Estação Ecológica Tupinambás, é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente.
O arquipélago de Alcatrazes está localizado cerca de 35 km ao sul de São Sebastião. Durante anos a ilha foi usada para exercícios de tiros da Marinha do Brasil.
Mas, atualmente, a atuação de ambientalistas em 2016 transformou o arquipélago no Refúgio de Vida Silvestre Alcatrazes, que hoje é a segunda maior unidade de conservação integral da Marinha do Brasil depois do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.
Formado por cinco ilhas maiores, a maior sendo a Ilha de Alcatrazes com cerca de 2,5km de extensão e 170 hectares de área, o epicentro da vida no local. As outras são a ilha da Sapata, do Paredão, do Porto, também conhecida como Ilha do Farol e a Ilha do Sul.
Ainda compõem o arquipélago outras quatro ilhas menores, que não são nominadas, cinco lajes e dois parcéis. Alcatrazes é protegido, desde 1967, pela Estação Ecológica Tupinambás, uma Unidade de Conservação Federal de Proteção Integral.
De acordo com os ambientalistas, Alcatrazes é o maior sítio reprodutivo de aves marinhas da costa brasileira, com uma população estimada em 10 mil aves. Por conta de sua biodiversidade de fauna e flora ainda conta com mais de 20 espécies endêmicas, que lhe renderam o status de “Galápagos do Brasil”.
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