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Marcello Veríssimo
A Promotoria de Justiça, em Caraguatatuba, conseguiu a condenação de um homem acusado de tentar matar uma garota de programa a 10 anos e seis meses de prisão, em regime fechado. O julgamento aconteceu no dia 13 de setembro. O crime aconteceu em 2019, a condenação foi dada em 1ª instância e o homem ainda pode recorrer.
Para o Ministério Público, o crime aconteceu em razão de uma disputa entre casas de prostituição que existem na cidade, no bairro Porto Novo.
O promotor de Justiça Renato Queiroz de Lima disse que o réu, juntamente com sua esposa, são donos de uma casa que reúne prostitutas e ele seria uma espécie de cafetão. O homem, segundo o MP, também possui outra condenação por tráfico de drogas.
De acordo com a denúncia do MP, o casal de cafetões teria passado em frente a um destes estabelecimentos concorrentes e disparado contra o local, que no momento do crime estava em funcionamento.
A mulher foi baleada na perna e, por pouco, não foi atingida também na cabeça. Após cometer os disparos, o casal tentou fugir mas acabaram presos pela Polícia Militar. De acordo com a polícia, a arma utilizada na tentativa de homicídio estava com a numeração raspada e teria sido adquirida oito meses antes do crime.
De acordo com a polícia, na ocasião, a mulher estaria embriagada, não obedecendo a ordem de parada da PM. O MP informou que ela ainda irá a julgamento.
A investigação mostrou que o casal agiu com dolo eventual com motivo torpe por assumir o risco de matar as pessoas entre proprietários, clientes e funcionários.
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A Promotoria de Justiça, em Caraguatatuba, conseguiu a condenação de um homem acusado de tentar matar uma garota de programa a 10 anos e seis meses de prisão, em regime fechado. O julgamento aconteceu no dia 13 de setembro. O crime aconteceu em 2019, a condenação foi dada em 1ª instância e o homem ainda pode recorrer.
Para o Ministério Público, o crime aconteceu em razão de uma disputa entre casas de prostituição que existem na cidade, no bairro Porto Novo.
O promotor de Justiça Renato Queiroz de Lima disse que o réu, juntamente com sua esposa, são donos de uma casa que reúne prostitutas e ele seria uma espécie de cafetão. O homem, segundo o MP, também possui outra condenação por tráfico de drogas.
De acordo com a denúncia do MP, o casal de cafetões teria passado em frente a um destes estabelecimentos concorrentes e disparado contra o local, que no momento do crime estava em funcionamento.
A mulher foi baleada na perna e, por pouco, não foi atingida também na cabeça. Após cometer os disparos, o casal tentou fugir mas acabaram presos pela Polícia Militar. De acordo com a polícia, a arma utilizada na tentativa de homicídio estava com a numeração raspada e teria sido adquirida oito meses antes do crime.
De acordo com a polícia, na ocasião, a mulher estaria embriagada, não obedecendo a ordem de parada da PM. O MP informou que ela ainda irá a julgamento.
A investigação mostrou que o casal agiu com dolo eventual com motivo torpe por assumir o risco de matar as pessoas entre proprietários, clientes e funcionários.
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