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Marcello Veríssimo
A promotoria de Justiça, em Caraguatatuba, condenou a 10 anos e 5 meses de prisão um homem que tentou matar sua ex-companheira em janeiro do ano passado, no Perequê-Mirim. De acordo com denúncia apresentada pelo promotor de Justiça Rodrigo Lúcio dos Santos Borges, o agora condenado
violou medidas protetivas para cometer o crime.
Ele não poderá recorrer em liberdade e terá que cumprir a sentença em regime fechado, de acordo com nota da assessoria de imprensa do Ministério Público.
O processo aponta que o casal se relacionou por 11 anos, sendo um relacionamento abusivo marcado por episódios de violência contra a mulher, incluindo agressões físicas e violência psicológica. Em julho de 2019, para proteção da mulher foram garantidas medidas protetivas para o ex-companheiro ficar longe de casa e não manter contato próximo com ela.
Mas, de acordo com a Promotoria, não foi o suficiente. Cheio de rancor, o homem armou um plano cheio de requintes de crueldade enquanto estavam separados. Ele fez com que o seu filho enviasse mensagem para intermediar um encontro entre o casal para conversar sobre a venda de um imóvel. Na verdade era uma emboscada.
De acordo com o Ministério Público a vítima foi atingida por 18 facadas, mesmo ferida conseguiu correr e pedir ajuda na rua, ela só sobreviveu graças a prontidão do atendimento médico. O júri, que teve atuação do promotor Renato Queiroz de Lima, entendeu que o homem é culpado.
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A promotoria de Justiça, em Caraguatatuba, condenou a 10 anos e 5 meses de prisão um homem que tentou matar sua ex-companheira em janeiro do ano passado, no Perequê-Mirim. De acordo com denúncia apresentada pelo promotor de Justiça Rodrigo Lúcio dos Santos Borges, o agora condenado
violou medidas protetivas para cometer o crime.
Ele não poderá recorrer em liberdade e terá que cumprir a sentença em regime fechado, de acordo com nota da assessoria de imprensa do Ministério Público.
O processo aponta que o casal se relacionou por 11 anos, sendo um relacionamento abusivo marcado por episódios de violência contra a mulher, incluindo agressões físicas e violência psicológica. Em julho de 2019, para proteção da mulher foram garantidas medidas protetivas para o ex-companheiro ficar longe de casa e não manter contato próximo com ela.
Mas, de acordo com a Promotoria, não foi o suficiente. Cheio de rancor, o homem armou um plano cheio de requintes de crueldade enquanto estavam separados. Ele fez com que o seu filho enviasse mensagem para intermediar um encontro entre o casal para conversar sobre a venda de um imóvel. Na verdade era uma emboscada.
De acordo com o Ministério Público a vítima foi atingida por 18 facadas, mesmo ferida conseguiu correr e pedir ajuda na rua, ela só sobreviveu graças a prontidão do atendimento médico. O júri, que teve atuação do promotor Renato Queiroz de Lima, entendeu que o homem é culpado.
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