Marcello Veríssimo
A Polícia Ambiental, em Ilhabela, flagrou nesta quarta-feira (22) a prática da rinha de galo, no bairro Água Branca, ao norte da ilha. O flagrante aconteceu após uma denúncia anônima.
A rinha de galo é crime ambiental no Brasil, previsto pela lei 9.605, que pode acarretar em prisão de três meses a um ano, além de multa. De acordo com a polícia, no caso de Ilhabela, os proprietários da rinha foram multados em R$85.500. Eles foram autuados na Delegacia do arquipélago pelo crime de maus-tratos e por manter aves silvestres em cativeiro sem autorização.
Pela denúncia, os policiais ambientais chegaram ao imóvel e encontraram uma espécie de cenário de filme de terror com diversas gaiolas com aves presas, além dos galos que eram mantidos em um viveiro. A Polícia Ambiental informou que os oficiais envolvidos no flagrante conseguiram acessar os fundos da residência, e surpreenderam em flagrante dois homens no exato momento em que colocavam dois galos para brigar. De acordo com a polícia, ainda havia mais um envolvido na rinha que estava assistindo e esperando para colocar o seu animal em combate.
Os ambientais ainda encontraram outros sete galos presos em compartimentos de madeira, de espaço inadequado para os animais, que causam sofrimento aos bichos. Conforme a polícia, estes compartimentos são extremamente inadequados e desprovidos de condições básicas.
A Polícia Ambiental ainda apreendeu apetrechos utilizados na rinha, como esporas, protetores de bico e um recipiente com estimulante energético. Além dos galos, ainda foram encontradas outras nove aves silvestres da espécie coleirinho. De acordo com a polícia, elas ainda não possuíam anilhas e apresentavam sinais de captura recente.
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A Polícia Ambiental, em Ilhabela, flagrou nesta quarta-feira (22) a prática da rinha de galo, no bairro Água Branca, ao norte da ilha. O flagrante aconteceu após uma denúncia anônima.
A rinha de galo é crime ambiental no Brasil, previsto pela lei 9.605, que pode acarretar em prisão de três meses a um ano, além de multa. De acordo com a polícia, no caso de Ilhabela, os proprietários da rinha foram multados em R$85.500. Eles foram autuados na Delegacia do arquipélago pelo crime de maus-tratos e por manter aves silvestres em cativeiro sem autorização.
Pela denúncia, os policiais ambientais chegaram ao imóvel e encontraram uma espécie de cenário de filme de terror com diversas gaiolas com aves presas, além dos galos que eram mantidos em um viveiro. A Polícia Ambiental informou que os oficiais envolvidos no flagrante conseguiram acessar os fundos da residência, e surpreenderam em flagrante dois homens no exato momento em que colocavam dois galos para brigar. De acordo com a polícia, ainda havia mais um envolvido na rinha que estava assistindo e esperando para colocar o seu animal em combate.
Os ambientais ainda encontraram outros sete galos presos em compartimentos de madeira, de espaço inadequado para os animais, que causam sofrimento aos bichos. Conforme a polícia, estes compartimentos são extremamente inadequados e desprovidos de condições básicas.
A Polícia Ambiental ainda apreendeu apetrechos utilizados na rinha, como esporas, protetores de bico e um recipiente com estimulante energético. Além dos galos, ainda foram encontradas outras nove aves silvestres da espécie coleirinho. De acordo com a polícia, elas ainda não possuíam anilhas e apresentavam sinais de captura recente.
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