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Marcello Veríssimo
Os vereadores de São Sebastião recuaram na sessão da Câmara desta terça-feira (17) e mantiveram o número de 12 cadeiras para o próximo mandato, a partir de 2025. O projeto, que criava mais três vagas de vereador, foi rejeitado após uma sessão polêmica.
Com o aumento do número de habitantes da cidade, conforme o Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as Câmaras passaram a ter autonomia para aumentar o número de cadeiras parlamentares, no caso de São Sebastião passando de 12 para 15.
Na época da divulgação do Censo, o Jornal do Litoral foi o primeiro a revelar a intenção dos parlamentares, possibilidade que chegou a ser ventilada e votada na sessão de 26 de setembro, mas acabou rejeitada.
De acordo com a Câmara, os vereadores Diego Nabuco, Reis e Daniel Soares que haviam sido favoráveis na primeira votação, resolveram mudar o voto, sem justificativa e votaram contra a proposta nesta terça.
Os vereadores Wagner Teixeira, André Pierobon e o presidente da casa Marcos Fuly, também foram contrários.
Para ser aprovado, o projeto dependia de oito votos favoráveis, mas a votação terminou empatada em seis a seis e o projeto acabou arquivado.
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Os vereadores de São Sebastião recuaram na sessão da Câmara desta terça-feira (17) e mantiveram o número de 12 cadeiras para o próximo mandato, a partir de 2025. O projeto, que criava mais três vagas de vereador, foi rejeitado após uma sessão polêmica.
Com o aumento do número de habitantes da cidade, conforme o Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as Câmaras passaram a ter autonomia para aumentar o número de cadeiras parlamentares, no caso de São Sebastião passando de 12 para 15.
Na época da divulgação do Censo, o Jornal do Litoral foi o primeiro a revelar a intenção dos parlamentares, possibilidade que chegou a ser ventilada e votada na sessão de 26 de setembro, mas acabou rejeitada.
De acordo com a Câmara, os vereadores Diego Nabuco, Reis e Daniel Soares que haviam sido favoráveis na primeira votação, resolveram mudar o voto, sem justificativa e votaram contra a proposta nesta terça.
Os vereadores Wagner Teixeira, André Pierobon e o presidente da casa Marcos Fuly, também foram contrários.
Para ser aprovado, o projeto dependia de oito votos favoráveis, mas a votação terminou empatada em seis a seis e o projeto acabou arquivado.
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