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Marcello Veríssimo
A Corregedoria da Guarda Civil Municipal de Caraguatatuba abriu uma investigação interna para apurar a conduta de um de seus agentes que é acusado de matar a tiros um cachorro de um morador em situação de rua no Indaiá, região central do município.
O GCM foi afastado de suas funções e teve a arma recolhida. A Guarda Civil, em Caraguatatuba, disse aos jornalistas que repudia qualquer tipo de agressão, principalmente contra animais.
De acordo com as investigações, o assassinato do cachorro Pintado teria acontecido na manhã do último domingo (4), por volta das 11h, mas foi registrado nesta quinta-feira (6) e divulgado na manhã desta sexta-feira (7).
As investigações mostram que após ter matado o animal o GCM ainda teria mandado o tutor enterrar o corpo e não falar nada. J.C, 36, disse à polícia que estava debaixo da ponte onde vive, dormindo com sua mulher e dois cachorros, um deles o cão assassinado, quando duas viaturas da corporação chegaram para uma abordagem em busca de drogas. Oito homens participaram da ação.
Ao dizer que estava limpo, o agente teria sido rude e Pintado começou a latir. J.C teria dito ao GCM que ele poderia revistar o local, pois o cachorro estava preso e era manso.
De acordo com a polícia, foi então que o agente teria atirado contra o cachorro e ainda apontou a arma contra o outro cão, mas J.C entrou na frente e impediu o disparo.
Em depoimento, o morador em situação de rua disse à polícia que foi obrigado a enterrar seu cachorro e ainda teria sido ameaçado de ser o próximo a morrer, caso a história viesse a público.
Os colegas do agente afastado também teriam se mostrado indignados com o crime. J.C disse à polícia que, enquanto cavava a cova, ouviu os guardas conversando entre si e dizendo que o agente não precisava ter atirado.
A companheira de JC ficou tão assustada com o crime que foi embora e nunca mais voltou.
Perícia - A Polícia Civil e uma equipe do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) estiveram no local indicado e encontraram o corpo de Pintado.
A perícia comprovou a morte por disparo de arma de fogo. De acordo com a polícia, o morador em situação de rua reconheceu o guarda por fotos e ainda abriu processo contra ele por ameaça.
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A Corregedoria da Guarda Civil Municipal de Caraguatatuba abriu uma investigação interna para apurar a conduta de um de seus agentes que é acusado de matar a tiros um cachorro de um morador em situação de rua no Indaiá, região central do município.
O GCM foi afastado de suas funções e teve a arma recolhida. A Guarda Civil, em Caraguatatuba, disse aos jornalistas que repudia qualquer tipo de agressão, principalmente contra animais.
De acordo com as investigações, o assassinato do cachorro Pintado teria acontecido na manhã do último domingo (4), por volta das 11h, mas foi registrado nesta quinta-feira (6) e divulgado na manhã desta sexta-feira (7).
As investigações mostram que após ter matado o animal o GCM ainda teria mandado o tutor enterrar o corpo e não falar nada. J.C, 36, disse à polícia que estava debaixo da ponte onde vive, dormindo com sua mulher e dois cachorros, um deles o cão assassinado, quando duas viaturas da corporação chegaram para uma abordagem em busca de drogas. Oito homens participaram da ação.
Ao dizer que estava limpo, o agente teria sido rude e Pintado começou a latir. J.C teria dito ao GCM que ele poderia revistar o local, pois o cachorro estava preso e era manso.
De acordo com a polícia, foi então que o agente teria atirado contra o cachorro e ainda apontou a arma contra o outro cão, mas J.C entrou na frente e impediu o disparo.
Em depoimento, o morador em situação de rua disse à polícia que foi obrigado a enterrar seu cachorro e ainda teria sido ameaçado de ser o próximo a morrer, caso a história viesse a público.
Os colegas do agente afastado também teriam se mostrado indignados com o crime. J.C disse à polícia que, enquanto cavava a cova, ouviu os guardas conversando entre si e dizendo que o agente não precisava ter atirado.
A companheira de JC ficou tão assustada com o crime que foi embora e nunca mais voltou.
Perícia - A Polícia Civil e uma equipe do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) estiveram no local indicado e encontraram o corpo de Pintado.
A perícia comprovou a morte por disparo de arma de fogo. De acordo com a polícia, o morador em situação de rua reconheceu o guarda por fotos e ainda abriu processo contra ele por ameaça.
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